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    10/31/2009

    COMENTARIO A «GRIPE A: O GENOCÍDIO CAPITALISTA» de Rogelio Barroso - [José Nanclares Fragoso]

      
     
     
     
     
    Cuando oigo noticias como estas, pienso en los grandes acontecimientos genocidas que han sacudido al mundo y contra la humanidad. Los manipuladores han sido siempre los mismo; personas egoistas, hábidos de poder y dinero, que desprecian a su propio género a los fines de conseguir sus objetivos a toda costa. Son enfermos. Las manipulaciones contra la gripe aviar y porcina no tiene nombre. Al igual que hicieron en el proceso de Nuremberg con los genocidas de aquellos tiempos, deberían sentar en el banquillo de nuevos procesos a estos señores; entre ellos a George Bush y a su amigo Ronald (el comisionista de los grandes laboratorios). Al primero, por haberse sacado de la manga una guerra con un país, según él, agresor y con armas (las mismas que le vendieron tiempos atrás), la realidad era el "petroleo de Irak", que ya el papá Bush (empresario petrolero y ex presidente de USA), tenía en la mira de sus enfermizos delirio de poder y dinero. MERECEN UN JUICIO GENOCIDA.

    ROBIM DOS BOSQUES DOS RICOS [Rogério Barroso]

     
     
    Esta boa gente de Vila Real de Santo António prepara-se para dar terreno de todos a algum amigo ricaço.
     

    REQUERIMENTO

     

    Exmo. Senhor

    Director-geral do Tesouro e Finanças

     

    AMA – Associação dos Amigos da Mata e do Ambiente, associação de defesa do ambiente e do património, contribuinte fiscal número P508584558, leva ao conhecimento de V. Exa. os seguintes factos e considerações:

     

    1.     Alega a Câmara Municipal de Vila Real de Santo António (CMVRSA), em escritura de justificação notarial, lavrada no notariado privativo da mesma Câmara,  em 1 de Outubro de 2009, que o Município de Vila Real de Santo António, embora não detendo título formal, é proprietário de um “prédio urbano, composto por terreno não agrícola e sem capacidade construtiva, sita [sic] na Ponta da Areia, freguesia e concelho de Vila Real de Santo António, não descrita [sic] na Conservatória do Registo Predial de Vila Real»  (Anexo).

    2.     A área em causa (localizada fora de perímetro urbano e desprovida de qualquer edifício ou infra-estrutura) é prolongamento da Mata Nacional das Dunas do Litoral de Vila Real de Santo António, que é propriedade do Estado, e adjaz a domínio público marítimo, sendo que a associação requerente desconhece se alguma parte dela poderá integrar este mesmo domínio.

    3.    Recorrendo à invocação de usucapião, parece a CMVRSA querer aproveitar-se do avanço da linha de costa (devido à acumulação de sedimentos que se seguiu à construção de um pontão, na foz do rio Guadiana), para se tornar proprietária de terreno que jamais ocupou, utilizou ou lhe pertenceu.

    4.     Com efeito, nem se verificam os requisitos previstos na lei (ocupação efectiva, tempo bastante e público conhecimento), pelo que tal invocação não tem fundamento.

    5.     A alegação de que «desde tempos imemoriais o citado PRÉDIO tem sido reputado por toda a gente que reconhece [sic] sem reservas que o mesmo é e sempre foi pertencente ao domínio privado do Município de Vila Real de Santo António e que através dos seus órgãos representativos tem estado na sua posse há mais de vinte e cinco anos» não corresponde à verdade.

    6.     Acresce, salvo melhor opinião, que, por força do disposto no artigo 1327º do Código Civil, os terrenos que, por acção de forças naturais, são acrescentados às áreas ribeirinhas constituem propriedade do proprietário do prédio confinante.

    7.     Pelo que a área objecto da pretensão da CMVRSA, parece-nos, só pode ser propriedade do Estado.

     

    Considerando o exposto, vem esta Associação requerer a V. Exa. que, como responsável pelo organismo a quem compete a gestão dos activos patrimoniais do Estado, promova com a maior urgência – atentos os prazos legais – as diligências necessárias à salvaguarda da legalidade, do interesse público e do património do Estado.

     

    Do teor deste requerimento,  daremos conhecimento,  Procuradoria-geral da República, Provedor de Justiça, Ministro da Defesa, Estado-maior da Armada, Ministro das Finanças e da Administração Pública, Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade, Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Algarve, Administração da Região Hidráulica do Algarve, Capitania do Porte de Vila Real de Santo António estruturas partidárias locais do PSD, PS, PCP e BE

     

    Respeitosamente,

     

    p. d.

     

    Vila Real de Santo António, 26 de Outubro de 2009

     

    O Presidente da Direcção

     

           Aníbal Martins

      

     

    AMA - Associação Amigos da Mata e do Ambiente

    R. S. Gonçalo de Lagos, 3 - 2º - 8900-276  Vila Real de Santo António

    www.ama-vrsa.com   geral@ama-vrsa.com   telem. 966342949 / 964108201

    10/12/2009

    RESULTADOS DAS AUTÁRQUICAS - 2009 [Rogério Barroso]

     

    ELEIÇÕES AUTÁRQUICAS 2009 – PORTUGAL

     

                Os partidos de extrema-direita e neo-fascistas (PPD/PSD, CDS/PP, Partido Popular Monárquico e Partido da Terra) ganharam as eleições autárquicas em Portugal, com 2.061.517 votos, num total de 21,9% dos portugueses com direito a voto.

                Em segundo lugar ficou o Partido Socialista, que arrecadou 2.002.298 votos, totalizando 21,3% dos votos. O PS perdeu, em 15 dias, 0,8% dos votos.

                A terceira força política é a CDU, com 606.327 votos, e com a percentagem de 6,4. A CDU ganhou 1,4% dos votos e é a única força política que ganhou votos, em 15 dias.

                O Bloco de Esquerda situou-se no 4.º lugar, com 163.252 votos (1,7%).

                A abstenção situou-se nos 41,01 %.

     

                São notas salientes, em 15 dias, no total nacional:

     

                                      I.  O PPD/PSD baixou 4,5%;

                                   II.  O PS baixou 0,8%;

                                 III.  A CDU subiu 1,7%;

                                IV.  O Bloco de Esquerda baixou 4,2%;

                                   V.  O CDS/PP baixou 5%.

     

    Em conclusão:

     

    1.      A CDU foi a única força que obteve mais votos que anteriormente;

    2.      O CDS/PP foi o campeão na derrota.

    3.      O PPD/PSD  e o Bloco de Esquerda afundaram-se perdendo mais de 400.000 votos cada qual.

    10/3/2009

    GRIPE A: O GENOCÍDIO CAPITALISTA [Rogério Barroso]

     
     
    O capitalismo mata gente p'ra fazer dinheiro...
    Esta gajada é filha de quem?!!!
     
     
    9/30/2009

    AS ALHADAS DO CAVACO [Rogério Barroso]

     
     

    AS ALHADAS DO CAVACO

    (Uma história de ficção para concorrer ao Óscar «Alhinho»)

    [Rogério Barroso – ao fim de uma tarde de Outono, na Aldeia Nova – quarta-feira, 30 de Setembro de 2009]

     

                O tipo de Boliqueime meteu-se numa alhada, da qual agora não consegue sair. E, cheio de «raivinhas», disse primeiro o que disse, depois desdisse, e, depois, veio dizer. Mas parece que não disse nada, porque é voz geral que ainda se não entendeu «pívia» do que ele disse.

                A história é simples:

    O Cavaco e os seus amigos, amigas, correligionários, assessores e todo o género de cortesãos e cortesãs que andam a «mamar à custa do orçamento» por cortesia do dito, montaram um movimento que prejudicasse a imagem do Partido Socialista para que este, acrescidos os conhecidos e notórios disparates que os seus dirigentes andam a fazer (um disparate por hora, desde o país ao estrangeiro, desde as autarquias às regiões), ficasse diante da possibilidade de perder as eleições.

        

                Esta aventura «golpista» do Sr. Silva (como lhe chama o rei Alberto João da Madeira) começou (muito antes) com as denúncias do caso «Casa Pia», todo ele desenvolvido contra tipos do PS ou a este partido afectos. A seguir financiaram-se as denúncias do caso «Freeport», e, de repente, aparecem na comunicação social do regime as suspeitas do ilustre mais alto magistrado da nação, de que estaria a ser «escutado» por ordem do governo do Sócrates.

                Na realidade, os «queixinhas» do PS haviam-se sentido segregados por causa de uns assessores do «idiota», que estavam a colaborar com a Ferreira Leite (a única mulher do mundo que é mais feia que eu!), na suposta elaboração do programa do PPD/PSD para as eleições do mês que hoje termina.

    É muito bem possível que tal elaboração não tenha passado de suposta, porque, na verdade, o PPD/PSD não apresentou porra de programa eleitoral nenhum! Quereriam os apregoados «socialistas» fazer ver que, sendo o Cavaco quem irá nomear o próximo primeiro-ministro (Art.º 187.º da Constituição da República Portuguesa de 1976: n.º1. «O Primeiro-Ministro é nomeado pelo Presidente da República, ouvidos os partidos representados na Assembleia da República e tendo em conta os resultados eleitorais.»), se a gajada do PPD/PSD levava a vantagem de estarem mais próximos do tipo de Boliqueime, o partido daqueles ficaria prejudicado. Mas que alguns dos «cortesãos» do Cavaco faziam «trabalho-de-casa» para o PPD/PSD, isso muita gente sabia na rua e na comunicação social. De resto, tal coisa não pode admirar ninguém, porque, tal como o de Boliqueime, é tudo «malta» dos «laranjas».

                Só que os «queixinhas cor-de-rosa» não conseguiam estar calados, pois estavam já cheios de medo, face às sondagens, que se lhe ia acabar a «mamaje», e, «vai daí!», «aqui d’el rei, c’u Cavaco» está a atraiçoar a «coabitação institucional».

                Julgando-se apanhado «com a boca na botija» e não querendo dar parte de traidor dos princípios socratenianos que tanto lhe vinham servindo, e aos seus amigos capistalistóides (sobretudo os do banco onde o de Boliqueime teve as suas «economias» antes do «debacle»), a brilhante mente deduziu que, para os ditos «socialistas» saberem daquilo da colaboração com a «feia», é porque andavam a escutar a presidência e a ler os e-mail ali produzidos. Ora!, a verdade é que os «judeus d’Hollywood» têm ensinado isso tudo à gente, em catadupas de filmes que têm alternado com os da «tempestade do deserto».

                E assim se encarregou um assessor, com vinte e tal anos de assessoria, de passar umas notícias falsas para um amigo de confiança num jornal madeirense do rei Alberto João, que, para limpar o rasto das mesmas, as passou a um colega que trabalha para o inglês que é, nessa actividade, concorrente do tonto lá na Madeira, tudo como quem branqueia dinheiro da droga. O que faz a experiência!...

    Mas, de repente, alguém vem a saber da trama e está de posse do tal e-mail, que, no dia em que apareceu, seria do dito assessor, mas, pelo último discurso do Cavaco, até perece que seria dele próprio. Bom! Não é que isso seja importante, tal como o não é o caso todo. Mais uma vez, «o rei vai nú!».

    Para terminar, vem o Cavaco, todo «acossado» tentar defender-se frente ao Zé-povinho. Mas ainda saiu mais «cagado» do que entrou… e o Sócrates a assumir uma pose presidencial, e que não alimenta não sei o quê, e que não contribui para os «tabus», qu’isto e qu’aquilo…

     

    Na realidade, com esta merda que nada vale, os partidos do «grande crescente alternante» (PS, PPD/PSD e CDS/PP) dispensaram-se de traçar qualquer programa eleitoral, e muito mais de o discutir com o público, porque os seus apoiantes, em boa defesa da verdade, não querem saber nada disso: temos a crise e já chega!, como se vê claramente dos resultados eleitorais.

     

    De todos os portugueses com direito a voto, 22,1 % votou no Partido Socialista, que perdeu, em quatro anos, 519.647 votos (quase quatrocentos votos por dia). No PSD/PPD, que perdeu 7.328 votos desde 2005, votaram agora 17,6 %. O MRPP teve 0,5 % dos votos e ganhou 4.447 votos. O CDS/PP teve 6,3% dos votos, tendo ganho 175.649 eleitores (vamos a ver se, nas Autárquicas do mês que entra, mantém os cerca de seiscentos mil votos que agora lhe caíram do bolso do Pinto de Sousa). O Bloco de Esquerda ganhou 192.138 votos e obteve 5,9%. Finalmente, a CDU ganhou 12.805 votos e obteve 4,7%.

     

    A seguir, continua a crise, qu’a gente ainda nã sabemos o que é!

    9/29/2009

    LIÇÃO DE ECONOMIA [Rogério Barroso]

    Não aconselhável nem a capitalistas nem a parvos
         Vale a pena ver e ouvir sem a intermediação dos media ocidentais que o vulgarizam, deturpam e redicularizam todos os dias.
     
         Não é cinzento e assume a fuga à regra protocolar num estilo inconfundível.
     
         É idealista e generoso. E não farão estas qualidades falta aos políticos de todo o mundo que nos governam?
     
         Podeis não concordar com nada. Mas admitam que o mundo se constrói de muitas vozes, e, mau, mau e pobre, é não reconhecermos o espaço e o valor da dissidência.
     
         Abertura intelectual e ausência de preconceitos. Eis valores que os media não promovem e se encarregam de matar, todos os dias, nas nossas cabeças.
     
    Boa noite e amizade.
    VITOR ALEIXO
     
      

    CAPITALISMO GENOCIDA [Rogério Barroso]

     
         A ex-ministra da Saúde da Finlândia denuncia a preparação do genocídio de cinco mil milhões de pessoas pelos capitalistas norte-americanos.
     
     
    9/17/2009

    O GENOCIDA DOS «AZORES» [Rogerio Barroso]

         Ainda há 33% dos cidadãos europeus que aprovam a nomeação do GENOCIDA Durão Barroso (ver: http://www.euronews.net/news/you/para presidente da Comissão Europeia. E 12% dizem que «não sabem».

              Mas, ao fim do dia, apenas 30% dos cidadãos europeus aprovavam a renomeação do GENOCIDA dos «Azores» para presidir à comissão, enquanto os que reprovavam eram 59%, dizendo 11% que «não sabiam» (ver: http://www.euronews.net/news/you/).

              Além disso, os «gravatinhas» dos partidos do regime actual andaram dizendo, conjuntamente com os papagaios da comunicação social do regime actual, que o Durão Barroso havia ganho as eleições para o dito cargo. Faço notar que não houve nem quem as perdesse nem houve quaisquer eleições ou qualquer eleição. O regime actual, como o de 1933 e os anteriores, continuam a apostar no obscurantismo.

              Mas, quer se queira, quer não, este regime é o que o nosso povo quer e, por tanto, é o que o nosso povo merece.

    Rogerio Barroso

    8/30/2009

    A RESTAURAÇÃO FASCISTA [Rogério Barroso]

     
    Os partidos fascistóides portugueses (partidos que têm como objectivo a reconstrução das condições de vida do fascismo, por encargo do patronato capitalista) e que são, concretamente, o PS (Partido Socialista), o PPD/PSD (Partido Popular Democrático / Partido Social-Democrata) e o CDS/PP (Centro Democrático Social / Partido Popular), preparam-se para derreter o futuro do país e dos trabalhadores e suas famílias, sejam estes patrões ou não, a favor, como é sua obrigação, dos capitalistas absentistas, nomeadamente dos banqueiros ladrões e dos funcionários superiores corruptos.
     
    ROGÉRIO BARROSO
     

    «A imprevisibilidade do que poderá acontecer nas eleições de dia 27 de Setembro está a deixar os candidatos a governantes no limiar de um ataque de nervos.

     "Vive-se um clima de pré-tempestade tropical, pressente-se alguma turbulência e há uma certa tensão", disse ao JN um ex-dirigente socialista. Governar sem ter no Parlamento 116 deputados para garantir a viabilização dos diplomas não agrada ao PS nem ao PSD, mas é um dos cenários mais prováveis. E, neste caso, há quem augure ao Governo uma vigência de dois anos.

    Improvável parece ser uma nova hegemonia partidária no hemiciclo. "Se há uma certeza antecipada nestas eleições é a de que os dois grandes partidos não terão maioria absoluta como no passado", afiança o ex-ministro do PSD, ao tempo do Bloco Central, Ângelo Correia. Pressentimento partilhado pelo deputado comunista, António Filipe, para quem este cenário se afigura "praticamente impossível" de reeditar.

    Parte da explicação pode residir no desafio lançado pelo eurodeputado do Bloco de Esquerda (BE), Miguel Portas: "Perguntem a um desempregado que estabilidade lhe deu um Governo de maioria absoluta". Um descrédito que não impede José Sócrates de querer "uma maioria parlamentar que permita ao PS governar sozinho", nem a Manuela Ferreira Leite de pedi-la porque, como justificou, seria uma forma de "tentar pressionar os eleitores".

    O resultado das legislativas dependerá por isso, da maior ou menor dispersão do voto. "A questão é saber se haverá concentração de votos nos dois grandes, como tem sido a tendência, ou se a dinâmica de protesto vai continuar, sendo suficiente para manter o BE e o PCP nos 10% e o CDS/PP nos 8%, 9%", sublinha o politólogo António Costa Pinto.

    É o cenário menos provável: PS ou PSD obtêm na Assembleia da República (AR) uma maioria de mandatos superior à soma dos mandatos alcançados por toda a Oposição. O PS é o único partido a assumir esta meta: o secretário-geral do PS tem - desde Janeiro - apelado à repetição da proeza de 2005; a líder do PSD deseja a maioria, mas não a pede. Deixa a escolha aos eleitores.

    Os socialistas acreditaram que seria possível: António Vitorino enalteceu, no congresso em Espinho, os benefícios que adviriam da reedição da maioria rosa; mas, desde a derrota nas europeias, que a incerteza grassa. "O PS nem sequer pode ter como seguro que ganha as eleições", disse ao JN um ex-dirigente socialista.

    "Não haver uma maioria absoluta do PS significa que saímos da crise e as reformas são interrompidas", dramatiza o ex-porta-voz Vitalino Canas. "Apesar de Cavaco Silva ter conseguido, em 1991, a sua segunda maioria num segundo mandato, isso agora é impensável" , opina António Costa Pinto, do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa.

    "Como estão as coisas, não há qualquer possibilidade de uma maioria próxima de uma maioria absoluta", assinala Miguel Portas, adiantando não ser um problema porque estas hegemonias "não têm sido brilhantes". "O PS tem um enorme problema porque já se percebeu que não terá a maioria absoluta; mas, como o PSD e o CDS podem coligar-se e o PS não pode fazê-lo à Esquerda, deixará de ser o referente de estabilidade que tem sido", concluiu o ex-secretário nacional do PS, Pedro Adão e Silva.

    "Conhecendo o eng. Sócrates, a opção mais provável será o PS formar um Governo minoritário", considera António Costa Pinto. "Uma solução precária e negativa", segundo o ex-líder socialista, Ferro Rodrigues, para quem esta via "só deve acontecer em último recurso". O seu ex- colaborador, o sociólogo Pedro Adão e Silva, concorda. "O mais plausível é o PS ganhar, mas PSD e CDS/PP juntos terem mais deputados do que o PS, o que torna impossível uma coligação à Direita, que não teria legitimidade por haver uma maioria de deputados à Esquerda. Seria o PS a ser convidado a formar Governo", especula.

    Para o bloquista Miguel Portas, é bem possível que haja um Governo minoritário do PS ou do PSD, que terá de negociar cada diploma para "encontrar leis que consigam ser aprovadas por maioria". Vitalino Canas, do PS, admite que um Executivo destes "terá sérias dificuldades em durar quatro anos", mas, no caso do PS, permitiria a Sócrates escolher um elenco governamental à sua medida, por conhecer agora mais ministeriáveis: "Tem mais por onde escolher do que em 2005", diz.

    Mais contudente, Ângelo Correia não acredita na sobrevivência nem na utilidade de um Governo apoiado por uma maioria parlamentar simples. "A única questão que se coloca é saber se os partidos da Oposição deixam o Governo a queimar em lume brando ou se lhe autenticam logo a certidão de óbito", refere.

    Passados 26 anos do Governo de Bloco Central (Mário Soares- Mota Pinto), eis que a fórmula volta a ser equacionada. O primeiro arauto foi Cavaco Silva, ao dizer, na sessão comemorativa do 25 de Abril, que sobre as forças políticas "recai a grande responsabilidade de encontrar soluções de governo". Ideia que reforçou na semana seguinte: "Nenhuma força política deve ficar de fora nessa procura de alternativas".

    Considerou-se que o recado visava os dois grandes. E a ideia ganhou adeptos como Jorge Sampaio, para quem "um bloco central político é uma posssibilidade". Para Miguel Portas, "é uma solução possível que existe noutros países europeus, como a Alemanha e a Aústria", onde, em Julho, Cavaco disse ter-se inteirado com o seu homólogo de como estava a funcionar a coligação ao Centro.

    Manuela Ferreira Leite, não querendo desagradar ao chefe de Estado, não a recusa. "Sentir-me-ia confortável com qualquer solução em que acredite, numa conjugação de interesses no sentido do país, que sejam coincidentes", disse na SIC. A líder adianta rejeitar "casamentos" que "na realidade não funcionam" e, no mesmo dia, condena a "interpretação abusiva" das suas palavras porque sempre recusara essa hipótese. Ciente de que admitir uma aliança do "centrão" prejudicaria o apelo à maioria absoluta, José Sócrates rechaça a ideia numa frase: "Tudo isso é uma ilusão" e diz estar em jogo "o dilema de sempre": optar entre a Direita e a Esquerda.

    "O Bloco Central - politicamente detestável, à partida, para os partidos que o podem fazer - é a única hipótese de uma maioria parlamentar e sociológica estável. Como em matéria de princípios políticos, não há grandes diferenças, apesar da natural hostilidade e repugnância dos líderes actuais em levá-la a cabo, poderia funcionar", alega Jaime Nogueira Pinto.

    Segundo o historiador, "para varrer escrúpulos e pudores (aliás, respeitáveis) só por iniciativa do PR". O ex-ministro do PSD e cabeça de lista por Braga aprova (no I): "Se houver essa possibilidade com a mediação do PR (ou de alguém por ele nomeado), de o PS e o PSD se sentarem à mesa e se entenderem sobre algumas questões cruciais para o futuro de Portugal, seria muito benéfico para o país".

    "Desde que se mantenha coeso, poderá facilitar a tomada e implementação de decisões, pois teria uma ampla base de apoio eleitoral e prováveis simpatias importantes em sectores-chave do sector público e privado", realça o docente da Universidade de Aveiro, Carlos Jalali.

    A mesma ideia foi propalada por Marcelo Rebelo de Sousa, em Junho de 2008, ao dizer que muitos sectores empresariais "já sonham" com o Bloco Central. O presidente da CIP, Franciso Van Zeller corroborou que "não pode haver guinadas a meio de uma crise", dizendo ainda serem "conciliáveis" as posições dos dois partidos. Apesar da resistência dos líderes, a união seria apadrinhada por Belém. "Não é fácil, mas não se esqueçam de Cavaco", concluiu Marcelo no almoço com empresários cristãos.

    Também o socialista Ferro Rodrigues admitiu ao Expresso que, sem uma aliança à Esquerda, o PS deveria "virar-se para o PSD", o que irritou Manuel Alegre: "Propor um Governo dos dois é uma forma de contribuir para o aumento da abstenção e para desvirtuar o sentido das escolhas e do voto", disse ao DN.

    "É um risco enorme deixar à solta muita gente que está nas franjas", alertou ainda Rebelo de Sousa. Vitaliano Canas diz algo semelhante: "A grande desvantagem, que a desaconselha, é radicalizar as alternativas viáveis". E acresce: "Além de que as suspeitas em relação ao Centralão" - o bloco central de interesses na economia e no controlo da Administração Pública - "torna essa opção altamente indesejável.

    Entre os "efeitos potencialmente menos positivos" estão, para Carlos Jalali, "a tendência centrífuga que este tipo de coligações tende a impor". Para António Filipe, do PCP, este apelo visa evitar "uma solução governativa que rompa (pela Esquerda) com a política de "centrão-direita" que tem imperado".

    Vade retro poderia resumir a reacção dos três líderes à Esquerda a um eventual entendimento para governarem coligados. "Com José Sócrates, não. Não faremos uma coligação com o PS", garante Francisco Louçã. "Para assinar de cruz à espera de um lugar num Ministério ou numa Secretaria de Estado? Assinem aqui esse acordo e depois a política logo se vê?", perguntou Jerónimo de Sousa, assegurando que o compromisso do PCP "é com o povo e não com o PS".

    "É claríssimo que nunca haverá um Governo de coligação do PS com quaisquer dos partidos à sua Esquerda", sintetiza Miguel Portas. "Não é praticável", diz Ângelo Correia. "Era necessária uma revolução interna no PS que substituisse José Sócrates por Ferro Rodrigues ou alguém da ala Esquerda", realça. "A direcção do PS não quer nenhuma coligação com qualquer deles", lembrou Manuel Alegre e Vital Moreira escreveu que votar no PCP ou no BE é levar a água ao moinho da Direita, só tem ajudado a distanciar o PS dos partidos à sua Esquerda.

    Mário Soares, num artigo no DN, diz que, nos últimos anos, se empenhou "em estabelecer pontes e convergências à Esquerda, que se revelaram impossíveis" e atribui o ónus ao BE e ao PCP, "que com crescente agressividade - e em competição - fustigaram quase exclusivamente o PS e, em especial, Sócrates". Opinião que Adão e Silva subscreve: "Vão mostrar-se indisponíveis para apoiar um Governo do PS, mesmo a nível parlamentar e acabará por se formar com o apoio do PSD".

    "Essa solução esbarra na falta de vontade do BE cuja estratégia é derrubar um futuro governo do PS para ganhar depois força eleitoral e do PCP que pensa que entrar no Governo, seria a sua morte", justifica Vitalino Canas, apontando as divergências na política europeia, de defesa e dos negócios estrangeiros.

    "Não acredito nessa aliança", reforça Jaime Nogueira Pinto, mas "as cedências seriam, sem dúvida, na agenda de 'costumes', na parte económico-social ou na política internacional". "É um cenário coligacional algo improvável", afirma Carlos Jalali, adiantando que "tenderá a ser a opção menos desejada em Belém".

    A acontecer, seria a terceira experiência governativa entre PSD e CDS/PP, depois da AD (Aliança Democrática), em 1979, com Sá Carneiro, Freitas do Amaral e o PPM de Gonçalo Ribeiro Telles e da segunda AD (Alternativa Democrática), em 2002, com Durão Barroso e Paulo Portas.

    Manuela Ferreira Leite já pertencia a esse Governo, pelo que os protagonistas não são muito diferentes", disse ao JN um democrata-cristão. "Com essa opção, o país é governável", refere Ângelo Correia.

    Para o politólogo António Costa Pinto, "as intenções de voto apontam para duas hipóteses possíveis, que são óbvias e que os portugueses conhecem: uma coligação de Centro-Direita (onde uma aliança é sempre mais fácil) ou um Governo minoritário do PS. Salvo revolução desconhecida, não há terceira solução imediata".

    Disponíveis para um acordo com o PSD, os centristas elegem a Educação e a Saúde como matérias de convergência nos programas eleitorais, sem esconder que, num futuro Executivo, gostariam de deter a pasta da Administração Interna, já que a segurança é um dos seus cavalos de batalha. "O CDS continua a ser um parceiro de coligação fiel", evoca Jalali, "mas precisará de um resultado superior aos 8% alcançados há sete anos", salienta este centrista.»

    fechar
     
    6/20/2009

    MENSAGEM PARA GRAÇA ARRIMAR [Celina Bittencourt]

     
         Amiga, enfim consigo te encontrar!
         Estava com saudades...
         Belas as fotos, a poeta linda, as poesias eu já as conhecia e sabia que tudo o que vem da lavra de Graça nos leva a querer ler mais e mais.
         Beijos, Graça, meu grande abraço de admiração.
    Celina.

     
    6/5/2009

    DIA DE REFLEXÃO [Ana María Passos Pazos]

     
    Amanhã, sábado 6 de Junho, é dia de reflexão.
    Reflitemos.
     
                      
     
    6/2/2009

    A EUROPA ESTÁ DESGRAÇADA [Marceano Vasconcelos]


     
    Pois.
    Quando escrevo e ninguém me entende, chamam-me de louco.
    Quando, sabendo, ...não sei nada, ...nem pouco...?
     
    Pois.. Nada melhor que entender a ternura dos 60.as.
     
    Pois, pensam que neste tema nada mais haverá a fazer...dizem..
    Pela permanente cobardia dos portugas..serão.. no tacho, representação do nosso País.
    Mamando grandes DINHEIROS, LOBBIES, gabinetes e subsídios.
     
    Afirmo que, tachos e mordomias farão parte dos portugueses que já nada valem..já valeram alguma vez  ???
    Conheço bem as ruas de Bruxelas.
    Teria vergonha, hoje, de me cruzar com tais personagens, nessas ruas pequenas e bonitas, numa cidade escolhida, bem vivida.
    Mas só para europeus.
    Os portugueses, esses não, não o são.
    Oriente com eles, essas gentes. Colhendo, negociando pimenta prá Flandres..! mercenários sem valor.
    Nem Camões quiz saber deles.
    Gente cinzenta que, nada valendo, vendem o nosso digno Portugal.
    Estará este nosso País sempre em leilão...sempre.!!! País de socretinos. !!! E não só, ..há mais, meu senhor...
     
    Mas se um dia nos cruzarmos no restaurante do Manel, na Rue des petits bouchers, onde há 45 anos, ...ontem ao solposto..., a chamávamos, la petite rue des bouchers, ou vice versa, transversal da Grand Place, ali perto da esquina, le Roi d'Espagne,taverne do séc. XVI, onde se estava bem, em paz, com bela moças, tranquilas (?) e olhando...com classe, ou nos "Cousins",ali ao lado, onde havia matinées com cerveja barata, no 1º andar...então ali ao lado, antes de chegar ao Man kan piss..tanta história viva..!!
    Se um dia voltar, por  meios meus  a esta Mãe cidade, onde dormem ainda, vivas, alguns amores meus... verei nesses sítios, locais da m/história, os borregos solicitados pela abstenção dos portugueses ???
    Os labregos das cóvinhas...na areia..??? Lá pelos arredores há areia, mas nem lá vão chegar, falta de tempo...
    Gente que está sujando a calçada de tempos eternos, onde nós portugueses,já avôs da escumalha, brilhávamos, polindo, lavando com cerveja e com carinho tais solos tradicionais, tal chão sagrado..na guindaille e nas serenas tardes latinas, tranquilas..!! Quando os Beatles apareceram? E Bécaud, e Aznavour cantavam, já mais velhos que nós, senhores da alegria e do bem apaixonar?? Mas o que é isso ?
    Sinto-me violado.!!!
    Porque, essa gentalha, murcons de certeza,cartõres numerados dos seus partidos, irão fazer alguma excursão,a pé,  babada,  e ver a História da Europa, empurrados...por um profissinal do turismo, que falando na treta, os põe a olhar para simbolismos europeus, perto do Palácio da UE. Ficarão embasbacados.!! Ah oui annn ???
    Deverá haver alguma herege cruzada da fácil política portuguesa.?? Porquêa ??
    Mas, na Europa, perguntemos:
    Falarão a lingua da Mãe europeia??o bruxellois ???
      Estou mesmo a ver...bla, bla, nem sabem o que isto quer dizer...
    Nasci calado e morro mudo.
    Sinto-me violado.
     
    Ou iremos pagar aos cruzados do séc. XII a ajuda tesa que nos deram,  com estas hordas sem cultura, sem beleza ??
    Com promessas, com rezas, sem ardores, assim sinto-me violado na minha vida.
    O povinho é que sabe como é, disse e bem, o Paco Bandeira.
    Já se vê ao longe a portugalidade, limpa ...depois, muito depois..nessas calçadas.
    Onde derramámos carinho, amores e sorrisos.
    Onde deixámos a nossa verticalidade assumida.
    Isto é verdade.
    Àos "eleitos", cuidado, não sujem a nossa casa. A Grand Place.
    E já agora, levem un petit dictionnaire. Ça vous fera du bien.
    E a melhor cerveja será, porventura, a Stella Artois.
    Gostos não se discutem.
    Invasores da intelectualidade alheia.
     
    De facto e real, vim dali praqui por causa de Portugal.
    E agora vai essa gente daqui pralí. Por causa da democracia.
    Serei algum palhaço ??
    Penso que sou. Um palhaço.
    Penso mesmo.
    E nunca mais darei vivas a nada nem a ninguém. Só ao Benfica, se merecer... Vá lá...!!! Se merecer...
     
     
    5/31/2009

    A VERGONHA DOS CAVACOS [Rogério Barroso]

     
    356,9 mil euros

    Cavaco e filha lucraram com acções da SLN

    [in DIÁRIO DE NOTÍCIAS]

     

    Cavaco Silva foi accionista da Sociedade Lusa de Negócios (SLN) detentora do Banco Português de Negócios (BPN) entre 2001 e 2003, altura que ainda não era Presidente da República. Ao sair teve um ganho de 147,5 mil euros. A sua filha Patrícia também teve acções da SLN e lucrou ainda mais ao sair: 209,4 mil euros.

    De acordo com o jornal 'Expresso', que publica cópias das ordens de venda emitidas por Cavaco Silva e pela filha, endereçadas ao então presidente do conselho de administração da SLN, José Oliveira e Costa. Cavaco detinha 105378 acções, adquiridas a um euro cada, que foram depois vendidas a 2,4 euros cada (a SLN não estava cotada na Bolsa e por isso não havia preço de referência, mas, segundo o jornal, este valor estava em linha com outras transações de acções do grupo naquela altura). A filha era detentora de 149640 acções.

    As acções de Cavaco e da filha foram vendidas, por ordem do presidente da administração, à SLN Valor, principal accionista da SLN, que agregara os maiores investidores individuais da empresa, entre eles Oliveira e Costa.

    O 'Expresso' contactou Cavaco, mas fonte oficial da Presidência da República disse que o Presidente nada tem a acrescentar em relação ao comunicado emitido em Novembro de 2008. Nessa altura, Cavaco disse que “nunca exerceu qualquer tipo de função no BPN ou em qualquer das suas empresas; nunca recebeu qualquer remuneração do BPN ou de qualquer das suas empresas; nunca comprou ou vendeu nada ao BPN ou a qualquer das suas empresas”.

    Sobre a participação como accionista da SLN, a detentora do BPN, Cavaco Silva nada disse.


    «Bocezes» já percebem agora porque é que se anda a brincar aos polícias na Assembléia da República?

    É que, assim, o tempo passa, a prescrição aproxima-se, branqueia-se a actividade criminosa deste figurões, e os pobres morrem à fome, diminuido-se os números estatísticos da pobreza.

     

    VOTEM! VOTEM NELES!...

    JÁ PERCEBI TANTA ABSTENÇÃO [Marceano Vasconcelos]

     
     

    Rogério Barroso, em 1969, no sul de Angola

    Dos 700.000 homens ainda vivos que estiveram na Africa portuguesa, apenas umas centenas se inscreveram no site TERRAWEB, o site da malta que lá bebeu milhões de litros de cerveja... e onde 15.000 lerparam.
    No mesmo país que somos, já ninguém vota.
    Quererá dizer, para mim, que vivemos num cobarde limbo do pensamento.
    Nós já não vamos...em princípio.Mas se formos será, no meu ponto de vista,(nada com a mira da G3) para ficarmos ainda mais ..livres.. destes cabelos brancos, manhosos, gatunos, ladrões da Pátria.
    Já percebi tanta abstenção.
    Compreendido.
    Mas não me satisfaz..!!
    5/28/2009

    FGTS - RESPOSTA A VITOR SÉNICO [José Prudêncio Mendes]

     

    Prezado Vítor Sénico.

     

    Grato pelo seu tempo na leitura das minhas linhas.

    Já trabalhei no Brasil, numa multinacional americana, e fui beneficiado com esse fundo quando me ausentei do país. Ainda hoje capitaliza.

    A lei é simples e antiga. Consultando os dois endereços abaixo, poderá informar-se melhor do seu funcionamento. Um e-mail para a caixa federal deverá ser suficiente para lhe darem a informação onde a lei está publicada (no diário da república lá da terra, com certeza!) e como a obter.

    A palavra-chave é FGTS

     

    Sempre ao dispor

     

    José Mendes

     

     

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Fundo_de_Garantia_do_Tempo_de_Servi%C3%A7o

    http://www.caixa.gov.br/fgts/perguntas_frequentes.asp

     

    5/24/2009

    MARINHO FOI ÀS PUTAS [Rogério Barroso]

     
     
    Marinho Pinto foi às putas.
     
       
     

     
    O Hitler nos anos 20 e 30 geriu uma sociedade original, tal como esta de Portugal.
    Não se queixem depois,
    Antes, aqui,ontem, já depois do Heil !!, ficou por aqui uma sombra, que permanece. Que continua: a sanha do poder.
    Tenham juízo.
    Leiamos a história. Apenas, não tenham pena dos "patrões" da política.
    Guardem-se.
    MARCEANO VASCONCELOS

    5/23/2009

    DOIS FARÓIS [Marceano Vasconcelos]

     

    Dois faróis!

    Já vi. Nestes nossos mares, noite e dia.

    Já vi, por aqui, as gentes de nós e as nossas gentes.

    Já vi os ventos, ciclones, as brisas, os calores frios do norte e quentes e destrutíveis suestes, onde nem o M. Soares mandava… e os naturais vendavais.

    A RTP e a meteorologia deles, sempre enganados… incompetências portuguesas, digo, tacho não será um estigma da ciência…! De outro modo… a ciência não precisa de tachos, precisa do pensar… alquimia da mentalidade, se calhar nem tal existe, nesta gaita de país, que amo..! Incongruências donde nasci,.. mas estou aqui. Assim fui escolhendo. O problema será deles…! Os que nada sabem… E Portugal continuará, sempre, sempre igual… que se lixe! Cobardias, digo, falta de coragem!

    Nem sei porquê!!... Também não terei de responder por tal… uáu… era o que faltava… mas este foi sempre o jogo das coroas… tu fazes, eu ganho..!! bull sheet!

    Já tive amigos, primeira premissa,

    Nunca mais tive ninguém. Porque já se “foram”quase todos. Ninguém para, apenas, conversar!

    Já vi, vivi, premissas talvez capazes, outras falsas, irreais de facto, outras verdadeiras que gostei, onde ainda hoje, contra mim, não consegui ancorar-me. Falsidades da treta.

    Sou o único vivo, para durar!

    Não me deixaram, antes. E entreguei tudo, à ganância, de facto, real.

    Nada de mal…! Pensava ter tempo…Contra os vendavais num país que nada quer valer.

    Se calhar redundou bem… de facto, a minha vida.

    Já naveguei no mundo, olhando, analisando, escolhendo enquanto posso, já vi muito, não tudo, se calhar não o suficiente.

    E o meu Ricardo, voando nos doces “desertos”, navegando, afirmará o que sabe. Sabe!

    E o meu Duarte, nas suas essências da Física, onde eu hoje gostaria de estar, voará na evolução, sabendo bem, não perderá contudo a real situação do afecto, de uma sensação puramente humana, do entendimento que a ciência será um meio, nunca um fim. E tal fórmula estará para ser escrita… o perdão, sem mácula.

    Poderei dizer, hoje, 66 anos, o dobro da idade do meu maior companheiro filosófico, o J. Cristo, que sei apenas metade dele, aprendi. E por tal apreendi que teria de viver mais outros 66 para continuar. E perdoar aos meus maiores inimigos. Os menores… pois os maiores a gente tratará  deles!

    Vou ficando por aqui… e que a mão esquerda não saiba o que faz a direita.

    Karmas rosas. Tais como as tulipas holandesas… Holanda, a Flandres, diz, paz!

    Mero exemplo.

    Apenas Portugal estará mal, infelizmente…

    A destruição da sociedade para satisfação material do efémero poder… lembrou-me Roma, no seu perdido êxtase do saber.,! 

    E Alexandre o Grande, refugiado no Egipto que conquistou e escolheu, governando em pleno poder. Distribuindo tal panóplia do valor conquistado. Depois dele, vilipendiado pelos seus acessores generais, os tais «DirGer» contudo, hoje olhando pelos livros, vejo as honras efémeras dos traidores. Em tempo útil…Deixemo-los pousar… Porque a armadilha é de quem a monta…!

    Adiante…, já vi isto tudo. Os fracos valores humanos que não se afirmam... !!!!! Continuo:

     

    Arthur Clarke, vivendo no Sri Lanka, fugindo desta real realidade da treta humana, onde morreu há poucos meses, escreveu vários livros: Dentre esses, reclamo:

    2001, Odisseia no Espaço

    2010, Continuação da Odisseia

    2052, Odisseia no Cometa Halley

    (Os títulos não serão estes) …

    Uma primeira experiencia, 1962, uma peça de teatro, Bruxelas 1962, apologisticamente recordando um Hitler num palco, Artur Hui… saudosismos, pai dela morto na Rússia, depois um gato em telhado de zinco quente, com a pequena deusa e o seu multimarido Burton, passado para o cinema nos anos 60, apaixonado que eu estava, por uma muito bela jovem alemã, em Bruxelas, tipo brasileira procurando capital de segurança,... tornaram-se os maiores clássicos de sempre, inesquecível. O melhor filme do mundo, Odisseia…. No espaço… Clássico conhecido.

    2001 mostrou a solidão humana  perante o desconhecido… E mostrou o que temos,  a solidão. Nas cenas finais. Em nome da tecnologia…

    Lá conheci o Paul Henry Spaak, o criador da Europa, o valente Kennedy assassinado, o seu n.º 2, o industrial Johnson/ Vietnam, os 70.000 americanos lá mortos, oficialmente, gravados num granito negro no Memorial de Arlington, Washington, -chamam a isso mármore…-culturas não respeitadas do “velho continente”.

    O segundo, livro, também transposto num filme nos anos 80, mostrou numa bonita e incrível tecnologia virtual a busca da continuidade da humanidade, por arredores de Júpiter… americanamente uma boa conclusão, com russos na equipe, um “happy end”, oxalá fosse…

    O terceiro livro, Hollywood não quis fazê-lo., custos então excessivos. Mas fizeram há poucos anos uma versão assim bem mais pesada, que já vimos, sobre um tal meteorito caindo no planeta Terra. Tem passado nas tvs.

    Aliás tema bem presente.

    Havendo já dezenas de milhares de lixo em órbita,

    (17.000?) quererei  ver como e quem os vai retirar… a porcaria do desaforo da ambição.

    Tipo Kyoto… Chamem uma empresa pública, por exemplo… Resolverá estes temas??. Deixem rir…e se portuguesa, fará gargalhadas…

    Porque a indústria do cinema, agora deslocalizada para a Índia, globaliza os custos, mais baratos ali. Hollywood, os vendedores de sonhos… deste nosso terráqueo povo que ainda me choca… L.A. está caindo. Tal nunca me agradará… E a ninguém. A América é grande, mal gerida, coisas inglesas! Gosto da frontalidade do Obama, os advogados estão treinados, a favor de ambos os beneficiados: povo e estado. Venham os juízes e escolham.

    O resto será a nossa decisão.

    Porque gostaríamos que nada mudasse. Nem lá nem cá, nas nossas casas.

    Mea culpa!!! Na proporção, assumida.

    Só por tanto desconhecimento o povo se justificará, vendo, dizem, tantas telenovelas, razão única de vender aspiradores, cremes e mais, a banha da cobra…!!!! Falta a dignidade de qualquer Provedor…e advogados. What a shame!!!

    Só que na 3ª obra escrita de Clarke, -nessa obra – em vez de um cataclismo terráqueo, havia, nesse cometa, a 1.000 anos-luz, lá, vidas diferentes, guardadas em ovos, na busca de um pouso, algures. Tipo Brasil, Angola. América central… vá lá que houve um bispo português, hoje, que aconselhou o durex, preventivamente, alterando os dogmas… vigentes.

    Honra a tal pensador da ciência humana.

    Voltando à ficção…

    Onde, a saga do Arthur, o neto do comandante do 2001 era ainda  o chefe da missão, em 2052. O “velho” vivia em órbita da Terra, o seu coração não aguentaria uma reentrada nesta bolinha.  

    Prisioneiro… da sua saúde. Lavoisier não previu… proibido de voltar para casa…. é antiga a ideia.

     

    Revertendo a base do meu pensamento:

    - Um cometa/asteróide está demasiado longe de nós, hoje. Será ainda ficção… por enquanto… referenciados, todos, estão, E a informação passará apenas, em distress…, tipo, lavar as mãos…!!! No último momento, onde a ciência do conhecimento passará ao desespero... Veremos, no limite, se tal desaforo da ciência, dos “especialistas”, resultará numa prévia informação… do desastre. Veremos. Apenas uma curiosidade de hoje, porque amanhã, aí, ninguém terá capacidade nem tampouco existência para pensar… ou estar… ou viver… ou um sorriso de esperança para continuar…!!!

    Júpiter, tal obra fantástica do cinema, mostrou que os dois sóis, o nosso e o outro criado pelos alienígenas, na explosão deste “nosso ”5º planeta”, criaram um modo estável na política da Terra, acabando com a guerra-fria para sempre. A guerra não valeria a pena. E o muro de Berlim, que conheci, com os seus guardas SS da urss, caiu. Charlie Point,... a fronteira dos turistas. Lembrou-me, de um modo sem medos, quando estive na bonita Angola,... regimes da época, e até fiz fotos, contra os gritos dos nazis alemães, perdão, russos, nesse sítio... Já agora, o cemitério russo desse lado de lá, imponente e bem feito, e o desolamento da excursão num bosque, cheirando a gente morta, vendendo lanches, em dólares, num total isolamento… lembrando a chulice de tais regimes, que vão caindo.

    2001, o primeiro livro, mostrou a capacidade do pensamento de há 40 anos, a imaginação das viagens no espaço controladas por computadores ficcionais dos sonhos de então, de então..., estes simples condensadores hoje já feitos pelas multinacionais, em falência, p.e. a Quimonda, que mostrou a soberba capacidade humana de construir e desfazer, Siemmens dixit,… simplesmente porque será mais barato vender a outros, mais baratos, o controle da finança, o poder… não, não pensam…!!! Como se esta bolinha azul fosse de uma dimensão infinita… capaz de absorver todos os disparates… ansiedades estúpidas de gentes ditas, inteligentes...

    Vão para Marte, guardem lá os triliões de dólares sem valor…

    Como se as fortunas assim feitas, derivadas das ambições que tudo justificam, dizem… fossem alimentar vidas eternas de tais gentes finitas…

    Costumo escrever em pedras funerárias… a efeméride de tantas gentes que não se amam... e que corrijo, com alguma confusão afectiva… honrando os sentimentos esquecidos… das famílias, ditas, sofredoras…

    Assim no modo de, quem vier atrás que feche a porta, ciganos na essência: pago – logo, exijo! A começar pelas famílias de quem está nesses poderes republicanos!!! – (outros não fariam melhor… após isto só os alliens…) Frieza de imbecis, após um requerimento das igrejas todas, em nome dum deus que, nada dando, serve a incredibilidade… mais valerá passar já à 3ª obra de Clarke… Armagedon…

     

    Tudo isto para dizer, que depois de aqui estar estes anos todos, terei de ir sem nada ver da raça humana, daqui, humanos algarvios que somos, que imaginámos tudo isto e o que se está a fazer será apenas e só destruição!!! Levarei os sons das cores do nascer e dos pôr de sol. Ah!!!!!! E que saudade dos sonhos do que aqui, permitidamente vi. Vá lá..! Concessões…

    Na essência e porque é o que quero dizer, resumindo-me a este maravilhoso cantinho do sul, conheci os faróis do Algarve, por terra e por mar. Um de cada vez, cada um no seu ciclo de luz, cada um presente. Colocados de tal modo pelos velhos que não «sabem nada»! … há 100 anos, estes últimos faróis, de tal modo concebidos que, quando na popa um está desaparecendo, na proa já lá está o próximo, velando por nós.

    De dia, modernamente, na frequência. De noite, com a luz. “Dá-me um farol, irei ao fim do mundo”, tipo o grego, o princípio da alavanca. Levantaria o mundo, Arquimedes!!!

    Esse mesmo.

    Tudo isto para dizer que, apesar deste vendaval, deste país da treta de há pelo menos 300 anos, tenho dois faróis: os meus dois filhos.

    Por eles navego calmamente... E só por eles.

    Dois sóis do 2010 seria bom, prefiro os meus dois faróis, porque real. Esses conheço-os, hoje, sempre.

    A ficção de hoje será realidade amanhã. Sem dúvidas. O que sonhamos, faremos!!!

    Mas, real, hoje tenho dois faróis que não me deixam parar... Evitam-me o vendaval…

    Até ver… todos teremos de participar, senão, a história não continua…Temos de continuar.

    Uma casca de caracol, calcária, pedra vazia, onde a gente se refugia..? Vale o quê?

    Vale a cobardia do amealhar? Os caixões não levarão tal valor. Quem deixaria..???

    Pois! Mais vale um amor do que 50 galáxias desta bolha universal.

    Então quanto valerá um ser humano???

    Para mim valem uma vida plena. Até ao fim.

    De quê? Qual fim… ???

    Conseguirei satisfazer a curiosidade de ver o futuro???

    Deles??? Gostaria muito. Proibido pelos tempos…

    Os meus dois faróis???

    Os meus filhos?

    Continuarão!!! Com alegria no coração.!! Estes dois são «muita bons»!!!

    Antes de partir… já estamos quase de volta… Vale. Por Verdade. Sorrindo, com afecto.

    Com amor. Voltaremos, para continuar.

    Bjs.

     

    5/21/2009

    FUNDO DE GARANTIA DE TEMPO DE SERVIÇO [José Prudêncio Mendes]

     
     

    Despedimento por justa causa

     

    A necessidade dum Fundo de Garantia de Tempo de Serviço

     

    Sem entrar em pormenores de excepção e de uma maneira geral, quando a entidade patronal, por sua iniciativa, cessa o vínculo contratual com um trabalhador, há direito a uma indemnização (sensivelmente 1 mês por cada ano de trabalho) e a fundo de desemprego.

    Se o vínculo contratual for denunciado pelo trabalhador, dentro das normas da lei, não há direito a indemnização nem ao recebimento de fundo de desemprego.

    Só com justa causa invocada pelo trabalhador é que a situação se inverte. Mas para provar essa justa causa é que é o problema.

    Se a causa for o pagamento não atempado dos salários, a prova é fácil de produzir, mas a lei muito difícil de cumprir pela entidade patronal.

    Se a falta for de outra natureza, nunca poderá ser provada, pois todas as testemunhas invocadas, com medo de represálias, nunca irão testemunhar contra o patrão.

    Mas muito mais grave é o caso do trabalhador efectivo com alguns anos de casa. Se tomar a iniciativa de se despedir não receberá nem indemnização nem terá direito ao fundo de desemprego.

    Se for a entidade patronal a tomar a iniciativa, só o poderá fazer com processo disciplinar e invocando justa causa de despedimento: o que é fácil com a actual lei laboral.

    Basta um inquérito com o testemunho falso de alguns trabalhadores para que o objectivo seja atingido. O trabalhador é despedido sem indemnização e sem direito ao fundo de desemprego. Aliás o medo leva ao perjúrio. O perjúrio é uma instituição natural nos nossos meandros judiciais. Eu próprio já fui convidado a cometer perjúrio, quando testemunha, por bons nomes da nossa praça.

    O que não percebo é a filosofia e o sentido de justiça das indemnizações. É uma obrigação social permanente, ou o patrão, quando toma a iniciativa, é perdoado?

    Não seria mais justo criar um Fundo de Garantia de Tempo de Serviço (FGTS), como existe no Brasil desde 1966?

    O patrão deposita, até ao dia 7 de cada mês, 8% do salário bruto do trabalhador numa instituição bancária gestora desse fundo e fiscalizada pelo Estado. No final de qualquer contrato de trabalho, o trabalhador levanta a indemnização devida sem qualquer conflito. Se houver justa causa, a indemnização não é levantada pelo trabalhador mas fica depositada no banco e será libertada mediante o que a lei regula (quando da reforma, p.e.).

                Se esse fundo existisse grande parte dos conflitos e dramas actuais deixariam de existir. Mesmo que as empresas fechassem a indemnização ESTAVA LÁ.

     

    Viva a Europa!!! Nós é que sabemos. Os países emergentes não percebem nada de justiça social.

     

    José Prudêncio Mendes

     


     

    vitor sénicoescreveu:
    Senhor José Prudêncio Mendes devo dizer que este seu artigo despertou-me a atenção e se possivél agradecia que me pudesse informar qual é essa lei Brasileira pois o assunto é de interesse Nacional e penso que seria importante avaliar essa situação.
    O meu nome é Vitor e pode contactar-me para o email classificado_01@hotmail.com.
    O meu interesse particular deve-se a que quando efectuava uma pesquisa na internet ser confrontado com o seu artigo na revista Visão.
    Sou profissional de segurança privada e essa situação seria não só para nós importante como para a generalidade dos profissionais em Portugal.
    Agradeço se possivel essa sua atenção e muito obrigado

     

    Prezado Vítor Sénico.

     

    Grato pelo seu tempo na leitura das minhas linhas.

    Já trabalhei no Brasil, numa multinacional americana, e fui beneficiado com esse fundo quando me ausentei do país. Ainda hoje capitaliza.

    A lei é simples e antiga. Consultando os dois endereços abaixo, poderá informar-se melhor do seu funcionamento. Um e-mail para a caixa federal deverá ser suficiente para lhe darem a informação onde a lei está publicada (no diário da república lá da terra, com certeza!) e como a obter.

    A palavra-chave é FGTS

     

    Sempre ao dispor

     

    José Mendes

     

     

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Fundo_de_Garantia_do_Tempo_de_Servi%C3%A7o

    http://www.caixa.gov.br/fgts/perguntas_frequentes.asp

     


     

     

     

    4/23/2009

    SE A MICROSOFT FABRICASSE CARROS [José Prudêncio Mendes]

     
     
    Aguenta esta, Barrosão!
     
    José Mendes
     
    Numa recente feira de informática (Comdex), Bill Gates fez uma infeliz comparação da indústria de computadores com a automobilística declarando:
    - Se a GM tivesse evoluído tecnologicamente tanto quanto a indústria de computadores evoluiu, teriamos hoje carros que custariam US$ 25 e que fariam 1000 milhas por galão (algo como 420km/l).
     
    Resposta da GM:
    Se a Microsoft fabricasse carros:
    - Toda vez que eles pintassem as linhas das estradas, você teria que comprar um carro novo.
    - Ocasionalmente, dirigindo a 100km/h , seu carro morreria na autoestrada sem nenhuma razão aparente, e você teria apenas que aceitar isso, sem compreender o porquê! Depois, deveria religá-lo (desligando o carro, tirando a chave da ignição, fechando o vidro saindo do carro, fechando e trancando a porta, abrindo e entrando novamente... Em seguida sentar-se no banco, abrir o vidro, colocar a chave na ignição e ligar novamente). Depois, bastaria ir em frente.
    - Ocasionalmente numa manobra de virar à esquerda poderia fazer com que
    seu carro parasse e falhasse... Você teria então que reinstalar o motor! Por alguma estranha razão você aceitaria isso como "normal".
    - A Linux faria um carro em parceria com a Apple, extremamente confiável. Cinco vezes mais rápido e 10 vezes mais fácil de conduzir. Mas apenas poderia rodar em 5% das estradas.
    - Os indicadores luminosos de falta de óleo, gasolina e bateria seriam substituídas por um simples "Falha Geral ou Defeito Genérico" (permitindo que sua imaginação identificasse o erro!).
    - Num  acidente, o sistema de air bag perguntaria: "Você tem certeza que quer usar o air bag?".
    - No meio de uma descida pronunciada, quando você ligasse o ar-condicionado o rádio e as luzes ao mesmo tempo, ao acionar o travão apareceria uma mensagem do tipo "Este carro realizou uma operação ilegal e será desligado!".
    - Se desligasse o seu carro utilizando a chave, sem antes ter desligado o rádio ou o pisca-pisca, ao ligá-lo novamente ele testaria todas as funções do carro durante meia hora, e ainda lhe daria uma bronca para não repetir isso novamente.
    - A cada novo lançamento de carro, você teria de reaprender a conduzir. Coisa fácil! Você voltaria à escola de condução para tirar uma nova carta de condução.
    - Para desligar o carro, você teria primir o botão "Iniciar".
    - A única vantagem: Os seus netos saberiam conduzir muito melhor do que você!
     
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    Zèzinho!
     
        Mas não foi contrariada a afirmação de que «se a General Motors tivesse evoluído tecnològicamente tanto quanto a indústria de
    computadores evoluiu, teríamos hoje carros que custariam 20 euros e que gastaríam dois decilitros e meio aos cem».
        Além disso, a General Motors faliu. E faliu porque os capitalistas, seus ditos donos, gamaram a c'roa toda que os trabalhadores produziram.
     
    Um abraço.
     
    BARROSO
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    Marceano Vasconcelos(Offline)escreveu:
    Si no fuera por coincidencia..la amistad se quedara siempre, por aquiescencia, por supuesto !!
    Macaquices no Planeta Terra.
    No Morro de Gibraltar existe uma espécie viva que para lá foi levada e que ao longo de alguns séculos tem conseguido sobreviver usando artifícios próprios dos seus descendentes biológicos, os seres humanos. Por serem muito “engraçados” e saberem interessar os residentes e turistas que por lá os visitam, com a natural curiosidade de “descendentes”, comum a ambas as espécies, … mantêm-se numa activa colónia.
    Não havendo por lá bananeiras ou outras árvores de fruta em quantidade, estes curiosos animais têm sobrevivido à custas de diversos actos que, “inteligentemente”, os fazem manter num meio totalmente inóspito para tal raça. E como a comida que lhes oferecem não lhes basta, tal natural colónia aprendeu a roubar o que podem e o que lhes interessa. Tornando-se maus habitantes e má vizinhança em certas zonas do Morro. Uma praga !!
    Tornaram-se mesmo o símbolo da região, estas mascotes turísticas que serviam a publicidade de atracção aos passeantes que visitavam tal fenómeno geológico, o morro, que serviu de protecção militar ao Estreito ao longo de diversos milénios.
    De modo a atrair o tal turismo económico, foi publicitada uma simbólica imagem de três desses animalecos, cada um com uma moderna atitude puramente humana: Um tapando a boca, não querendo dizer nada, outro cobrindo os olhos porque não quer ver, o terceiro fechando os ouvidos porque não quer ouvir.
    Que melhor exemplo para a humanidade de hoje? Com o nível de destruição que está a acontecer neste planeta?
    Os macacos continuam macacos, não quiseram evoluir, o darwinismo teve falhas..
    Mas os humanos quiseram evoluír conservando os tais três reflexos instintivos. Claro, vindos dos macacos.
    É evidente que, nessa sanha de crescimento, deviam ter feito o aproveitamento filosófico que os macacos recusaram. Mas como ambicionaram a rapidez não preservaram as defesas. E agora, perante tal “macacada” provocada por alguns especiais ambiciosos, teremos de ir desenterrar Mr. Darwin para ver se ele consegue concluir os seus doutos estudos e assim avisar a humanidade como se comportar nos próximos 1000 anos, mesmo com fome e desemprego.
    Porque com as filosofias marxistas, liberais, religiosas e socretinas destes últimos 100 anos a humanidade vai passar por muitas carência e desgraças.
    Talvez agora seja tempo de continuar, desesperada e volutivamente, -Darwin não voltará- a continuar a tapar os ouvidos para não ouvir mais porcaria, tentar começar a ver alguma coisa abrindo os olhos e sobretudo dizer coisas concretamente válidas. E começar a criar uma nova humanidade, começando a comer bananas outra vez…se a demência do insaber nos deixar plantá-las.!!
    Porque, tal como esta cataplesia, só um milagre dos peixes ou um Moisés a partir pedra para que jorre água no deserto nos permitirão continuar a sofrer as consequências de tais “espertezas”, mas em paz.!!
    Um parêntesis..: as normas do Ministério da Educação –actual- dizem expressamente para os professores (de biologia, entenda-se) não entrarem em pormenores sobre a teoria de Darwin e para darem a evolução no contexto de “outras teorias filosóficas e religiosas” – citado de memória pelo autor C.M., Super Interessante, Abril 2009….
    Que interessante tentativa de manipulação..e dizem-se sociais. Socialistas, no caso.
    Vá lá que não são macacos. Porque destes, gosto mesmo, animais naturais.
    Adoro a Natureza, a minha 2ª Mãe.

    4/17/2009

    DIA APÓS DIA - ATOLADOS NA MERDA [Rogério Barroso]

     

     

     

     

     

     

    Dia após dia

     

    ATOLADOS NA MERDA

    [Sexta-feira, 17 de Abril de 2009 - 13:48]

     

                Ontem escrevia eu o seguinte: «E trata-se de uma campanha em grande a favor dos do BE, que envolve toda a aparelhagem publicitária e populista do PS. P’ra começar, temos, já em espectáculo puro, o apoio às propostas do BE nos temas do sigilo bancário e da fiscalidade, «cassette» que a bancada socialista na assembleia nacional e o governo passaram os últimos anos a renegar.».

     

                Na verdade, as apregoadas medidas do Partido Socialista sobre a matéria não passam dos primeiros elementos da aludida campanha eleitoral. Seguir-se-ão outros elementos publicitários, aos quais cá estaremos para assistir, pelo menos aqueles que, entretanto, não forem desta para melhor, e eu espero não ir ainda.

     

                Não passa isto de elementos de campanha eleitoral a favor dos do BE, uma vez que é notório que para nada mais servem as medidas apregoadas pelo PS. É possível que ainda venham a originar muitas confusões, sobretudo na comunicação social do regime, mas isso servirá apenas para que os líderes do Partido Socialista cobrem para eles as comissões do seu trabalho de agora (que isto não é gente para se sujeitar a salários!).

     

                Ontem, na assembleia nacional, hoje na comunicação social do regime, as medidas anunciadas por José Sócrates Pinto de Sousa e expandidas pelos seus sequazes centram-se (olhando desmontadamente os discursos) em três artigos de comércio político, a saber:

    1. o segredo bancário (ou “sigílio” bancário, como pronunciou o tolo de Boliqueime);
    2. o enriquecimento ilegítimo (que o governo, pela voz do ministro das finanças, parece querer que seja «enriquecimento injustificado»);
    3. o combate à fraude fiscal.

     

    Decretar a possibilidade de alguém que não seja o titular (e, por necessidade funcional, os respeitantes trabalhadores do banco), poder aceder a uma conta bancária é ferir o princípio constitucional de reserva da vida privada. É intolerável num país livre e democrático, regido por um Estado de Direito (digo eu, que não tenho contas bancárias em Portugal e que, quando tive, sempre autorizei qualquer pessoa a estar a par delas, como autorizaria hoje ainda, se as tivesse!).

     

    Num país de gritantes diferenças económicas, onde um terço da população vive abaixo do nível mínimo de pobreza europeu e onde a riqueza é livremente apropriada, extorquindo-a aos que a produzem com o seu trabalho, não sou capaz de discernir àcerca do que será uma justificação para a riqueza, nem sou capaz de discernir àcerca da legitimidade para enriquecer, a não ser pelo trabalho. E não é disto que o Partido Socialista, o Partido Popular Democrático – Partido Social-Democrata, e o Centro Democrático Social – Partido Popular falam quando falam de enriquecimento injustificado. Graça teve o «dichote» da Manuela Ferreira Leite, ontem à noite, quando afirmou que estas medidas anunciadas pelo PS como suas, são a cópia daquelas que ela já defende há muitos meses com pequenas diferenças das que o seu partido propôs ainda há três dias atrás (isto é uma confissão de apoio!), como não deixa de ser interessante que o famosa economicista tenha determinado o afastamento do advogado Paulo Rangel para «mais que 30 léguas» do parlamento português, como a católica rainha Maria, filha de D. José (e também feia, que Deus lhe valesse!), fez com o Primeiro-Ministro de seu pai, após a morte deste, ao enviá-lo para Pombal ou mais longe.

     

          Os líderes do Partido Socialista não aprovam «ponta-de-um-corno» aquilo que a bancada do Partido Socialista ajudou a aprovar ontem na assembleia nacional. Para eles, tais medidas não são para entrar em vigor nunca, porque bem conhecem que muitos dos seus figurões estão atolados na merda até ao pescoço (e não se trata de ligar só às «campanhas negras» da comunicação social do regime!). Atentem bem no facto de que, na prática, tais medidas seriam aplicadas pelo órgão do poder administrativo que é o Ministério das Finanças, sem natureza penal, sem legislação criminal nesse sentido, ao mais completo arrepio da Constituição da República Portuguesa. Que descansem os capitalistas que eventualmente se tenham assustado com estes anúncios, nomeadamente os defendidos pelo advogado Paulo Rangel, que hoje de manhã já saiu a terreiro para gritar “Ò da guarda!...”. Que descansem, porque, se alguma vez aparecer uma decisão dessas, não há tribunal nenhum que a não anule, logo na primeira providência cautelar que seja interposta. Perguntem aos juízes!

     

    Quanto ao combate à fraude fiscal (a qual, pelos vistos, os ditos “partidos do poder” e o seu louvado chefe nem sequer sabem pronunciar), só se evita através daquilo que latamente se pode chamar JUSTIÇA FISCAL. Por exemplo:

    1.      Se quem paga IRC (na maioria, entidades capitalistas) pode descontar, em geral, as suas despesas das suas receitas, só sendo liquidado o imposto sobre aquilo que se chama lucro, porque é que quem paga IRS (na maioria, trabalhadores) não pode descontar as suas despesas à sua receita, liquidando-se-lhe o imposto sobre a totalidade da receita?

    2.      Se todas as transacções de valores, bens ou serviços são taxadas em IVA, porque é que o não são as transacções das Bolsas de valores?

    3.      Porque é que o Estado (que comete contìnuadamente o crime de extorsão sobre os cidadãos pagadores, ao cobrar-lhes impostos contra nada lhes prestar – muito embora saibamos como sabemos que está isento de pena!) tem milhões para (segundo diz o José Sócrates Pinto de Sousa) garantir aos donos legítimos parte do que alguns ladrões fizeram desaparecer dos bancos, de seguida a fechar escolas, a desactivar hospitais, a abandonar a conservação das estradas, as estruturas de sanidade e águas, os caminhos-de-ferro, a entregar (contra coisa nenhuma) as empresas que eram do povo português aos seus amigos do capital e seus patrões?

     

    Mas isto da Justiça Fiscal é matéria para outro tipo de desenvolvimento, quando a governação quiser pô-la à discussão pública.

     

    Vai o povo continuar a acreditar nesta canalha que repetidamente lhe demonstra como o engana com as suas trapalhices, ou estes figurões do poder já estarão atolados na merda?

                Tem a palavra o «Zé Povinho»!

     

    Rogério Barroso

    dr.rogerio.barroso@gmail.com