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2009/9/30

AS ALHADAS DO CAVACO [Rogério Barroso]

 
 

AS ALHADAS DO CAVACO

(Uma história de ficção para concorrer ao Óscar «Alhinho»)

[Rogério Barroso – ao fim de uma tarde de Outono, na Aldeia Nova – quarta-feira, 30 de Setembro de 2009]

 

            O tipo de Boliqueime meteu-se numa alhada, da qual agora não consegue sair. E, cheio de «raivinhas», disse primeiro o que disse, depois desdisse, e, depois, veio dizer. Mas parece que não disse nada, porque é voz geral que ainda se não entendeu «pívia» do que ele disse.

            A história é simples:

O Cavaco e os seus amigos, amigas, correligionários, assessores e todo o género de cortesãos e cortesãs que andam a «mamar à custa do orçamento» por cortesia do dito, montaram um movimento que prejudicasse a imagem do Partido Socialista para que este, acrescidos os conhecidos e notórios disparates que os seus dirigentes andam a fazer (um disparate por hora, desde o país ao estrangeiro, desde as autarquias às regiões), ficasse diante da possibilidade de perder as eleições.

    

            Esta aventura «golpista» do Sr. Silva (como lhe chama o rei Alberto João da Madeira) começou (muito antes) com as denúncias do caso «Casa Pia», todo ele desenvolvido contra tipos do PS ou a este partido afectos. A seguir financiaram-se as denúncias do caso «Freeport», e, de repente, aparecem na comunicação social do regime as suspeitas do ilustre mais alto magistrado da nação, de que estaria a ser «escutado» por ordem do governo do Sócrates.

            Na realidade, os «queixinhas» do PS haviam-se sentido segregados por causa de uns assessores do «idiota», que estavam a colaborar com a Ferreira Leite (a única mulher do mundo que é mais feia que eu!), na suposta elaboração do programa do PPD/PSD para as eleições do mês que hoje termina.

É muito bem possível que tal elaboração não tenha passado de suposta, porque, na verdade, o PPD/PSD não apresentou porra de programa eleitoral nenhum! Quereriam os apregoados «socialistas» fazer ver que, sendo o Cavaco quem irá nomear o próximo primeiro-ministro (Art.º 187.º da Constituição da República Portuguesa de 1976: n.º1. «O Primeiro-Ministro é nomeado pelo Presidente da República, ouvidos os partidos representados na Assembleia da República e tendo em conta os resultados eleitorais.»), se a gajada do PPD/PSD levava a vantagem de estarem mais próximos do tipo de Boliqueime, o partido daqueles ficaria prejudicado. Mas que alguns dos «cortesãos» do Cavaco faziam «trabalho-de-casa» para o PPD/PSD, isso muita gente sabia na rua e na comunicação social. De resto, tal coisa não pode admirar ninguém, porque, tal como o de Boliqueime, é tudo «malta» dos «laranjas».

            Só que os «queixinhas cor-de-rosa» não conseguiam estar calados, pois estavam já cheios de medo, face às sondagens, que se lhe ia acabar a «mamaje», e, «vai daí!», «aqui d’el rei, c’u Cavaco» está a atraiçoar a «coabitação institucional».

            Julgando-se apanhado «com a boca na botija» e não querendo dar parte de traidor dos princípios socratenianos que tanto lhe vinham servindo, e aos seus amigos capistalistóides (sobretudo os do banco onde o de Boliqueime teve as suas «economias» antes do «debacle»), a brilhante mente deduziu que, para os ditos «socialistas» saberem daquilo da colaboração com a «feia», é porque andavam a escutar a presidência e a ler os e-mail ali produzidos. Ora!, a verdade é que os «judeus d’Hollywood» têm ensinado isso tudo à gente, em catadupas de filmes que têm alternado com os da «tempestade do deserto».

            E assim se encarregou um assessor, com vinte e tal anos de assessoria, de passar umas notícias falsas para um amigo de confiança num jornal madeirense do rei Alberto João, que, para limpar o rasto das mesmas, as passou a um colega que trabalha para o inglês que é, nessa actividade, concorrente do tonto lá na Madeira, tudo como quem branqueia dinheiro da droga. O que faz a experiência!...

Mas, de repente, alguém vem a saber da trama e está de posse do tal e-mail, que, no dia em que apareceu, seria do dito assessor, mas, pelo último discurso do Cavaco, até perece que seria dele próprio. Bom! Não é que isso seja importante, tal como o não é o caso todo. Mais uma vez, «o rei vai nú!».

Para terminar, vem o Cavaco, todo «acossado» tentar defender-se frente ao Zé-povinho. Mas ainda saiu mais «cagado» do que entrou… e o Sócrates a assumir uma pose presidencial, e que não alimenta não sei o quê, e que não contribui para os «tabus», qu’isto e qu’aquilo…

 

Na realidade, com esta merda que nada vale, os partidos do «grande crescente alternante» (PS, PPD/PSD e CDS/PP) dispensaram-se de traçar qualquer programa eleitoral, e muito mais de o discutir com o público, porque os seus apoiantes, em boa defesa da verdade, não querem saber nada disso: temos a crise e já chega!, como se vê claramente dos resultados eleitorais.

 

De todos os portugueses com direito a voto, 22,1 % votou no Partido Socialista, que perdeu, em quatro anos, 519.647 votos (quase quatrocentos votos por dia). No PSD/PPD, que perdeu 7.328 votos desde 2005, votaram agora 17,6 %. O MRPP teve 0,5 % dos votos e ganhou 4.447 votos. O CDS/PP teve 6,3% dos votos, tendo ganho 175.649 eleitores (vamos a ver se, nas Autárquicas do mês que entra, mantém os cerca de seiscentos mil votos que agora lhe caíram do bolso do Pinto de Sousa). O Bloco de Esquerda ganhou 192.138 votos e obteve 5,9%. Finalmente, a CDU ganhou 12.805 votos e obteve 4,7%.

 

A seguir, continua a crise, qu’a gente ainda nã sabemos o que é!

SE HOUVESSE DEUS... [Rogério Barroso]

 

 

SE HOUVESSE DEUS…

Rogério Barroso

30 de Setembro de 2009

 

            Morreu esta madrugada uma vizinha minha, a que estava mais perto e mais tempo. Morreu, ainda a manhã dormia, quase despertada pelos raios da aurora.

            Guardava sempre de comer para os meus canitos. Deixava muitas vezes no ar o cheiro da sardinha a assar. Sempre tinha um sorriso para cumprimentar silenciosamente quem conhecia ou quem a cumprimentava a ela.

            Telefonei à filha, no momento em que soube da morte. Daí a pouco abraçou-se-me o viúvo, meu vizinho, por cima da auréola do muro do meu jardim. Deixou correr umas lágrimas de comoção, tal como se tivéssemos tido a mesma perda. Mais tarde, chegou o carro funerário.

           

            Morrer é uma espécie de partida. Só que, nesta partida, a gente sabe que não mais nos vamos encontrar, que não há regresso daquele que parte. A morte é tão só deixar uma pessoa de viver. Mas, em relação a quem morre, há aqueles que tinham a sua vida em conjunto, que todos os dias acordavam sabendo que o que agora morre estava com cada qual, como se fosse para sempre. Estes são aqueles a quem o que morre faz falta. Para estes é uma interrupção abrupta, um corte vertical, profundo e grave. E é também o início de uma nova etapa…

 

            Fica-me a lembrança da mina vizinha, lembrança que me há-de vir de cada vez que eu oiça o canto das ondas vindo com o vento do sul, ou quando oiço o matraquear das rodas do comboio vindo com o vento norte, ou, em cada manhã, quando vejo os pombos do meu vizinho abalarem do beiral. É que, aqui, entre os pinhos e o mar, parece que o pouco que temos nos faz muita falta…

 

            Se houvesse Deus, hoje eu tinha que ralhar-lhe!

SOBRE A RECONDUÇÃO DE DURÃO BARROSO [Vicente Calixto]

 
 

SOBRE A RECONDUÇÃO DE DURÃO BARROSO

Vicente Calixto

29 de Setembro de 2009

 

Salvaguardadas diferenças circunstanciais ...

... ultrapassamdo décadas ...

... alegórica e metaforicamente falando...

Cantemos como o Barroso fazia na sua irreverente juventude:

 

Tou farto deles

da chicalhada

filhos da p...

que não fazem nada ...

que não fazem nada ...

que não fazem nada

 

 

Não fazem nada

é uma alegria

sempre sentados

na secretaria ...

na secretaria ...

na secretaria

 

Na secretaria

não há quem os mate

não vão par'o mato

comer rações de combate ...

comer rações de combate ...

comer rações de combate

 

Comer rações de combate

como eu e tu

n'fim da comissão

a malta vai-lhes ao c.

a malta vai-lhes ao c.

a malta vai-lhes ao CU ...

O GRANDE PROBLEMA [Marceano Vasconcelos]

 

O GRANDE PROBLEMA

Marceano Vasconcelos

29 de Setembro de 2009

 

 

Serás capaz de publicar o que escrevi aqui, hoje????

E o poema da Graça, tampouco?

Os lucros são curtos, nenhuns, apenas humanismo, o problema não estará na Graça, mulher de respeito…

E tens de pagar a "dívida". O mundo reparte-se.

As amizades, mais. Se não valerem, às vezes... deterioram-se. E apodrecem.

Mas não sou humano da terra, sou marciano. Chateias-me com premissas impostas, depois não correspondes.

Cumpriu-se contigo, cumprirás agora ou... nunca. Esforço estúpido.

Só se dá o que se tem.! E se nada houver?

 


O GRANDE PROBLEMA É:

 

O problema real, sendo nós ocidentais vistos como capitalistas e parvos, se calhar nenhuma dessas definições se colam à maioria da raça humana. Este é que é o grande problema.

Esta é a base do meu raciocínio.

Autrement je serais riche, politicien et pourquoi pas ministre ou président de quelque chose? Et vous seriez là avec moi… ~~~~En souriant.

 

Quando se é interrompido, no fluxo da vida pessoal, por motivos mais fortes que ultrapassam a nossa capacidade de decisão, temos de optar. E como as opções são feitas em determinado tempo da história viva, a vida que se vai vivendo, as decisões podem ser erradas, hélas. Coisas da vida...Podem também ser certas. Cada um decidirá por si, sem poderes sufocantes.

 

Porque há 3 classes de mentalidades:

 

1. Os que seguem e querem o poder, custe o que custar, mate-se quem se matar até ao auto enaltecimento do seu ego pessoal, vencedor, aí tudo vale. Multinacionais, políticos e toda a big escumalha à sua volta. Extremismos auto enaltecidos...

 

2. Os que sobrevivem e sem nunca conhecer bem o mundo real, aconchegam-se ao dia a dia da formiga, dito, o povo. De cuja fome os grandes protagonistas abusam. Dificilmente estariam no poder, sem a formiguinha. Ah... a formiguinha…

 

3. Os que não sendo uma coisa nem outra, os outsiders, pensam abrangentemente nestes temas todos, os puristas lógicos.

 

E como não conseguem optar, nem pela parvoíce efémera da relevância social nem pela indelicadeza da pobreza real, são criticados por ambos os outros lados...

 

Acho bem que se analisem estes temas, poucas palavras mas, profundamente.

 

Mas antes e primeiro que tudo analisemos a mente humana e as suas perversões.

Então quem é colectivamente pensador que se misture no povo real.!!

Quem não o quiser fazer ficará isolado ao longo dos tempos, porque, a raça humana não é parva e só a fome os verga, às vezes...

 

Os das cátedras atingidas façam discursos correctos adaptados na realidade à mole humana e, se não seguem a humildade também não terão de ser prepotentes.

Simplesmente actuem. A Unesco, a Unicef, o voluntariado global. Vendam os luxos supérfluos e alimentem as formigas com fome...

Mas se estão no poder efectivo trabalhem então junto das bases, o povo humano indiferenciado mas inteligente. A raça humana da Terra. As formigas sempre sobrevivem. Os aviões contudo, caem.

Porque não começar de novo com o que se sabe e se tem?

Distribuir o poder nunca ofendeu...

Cristo, Maomé, Buda, os simples da vida e que ficaram cá para sempre… continuam...

Os poderosos apenas são ossos efémeros. Ditos, os parvos.

Porque os capitalistas, uns disfarçados, outros não ainda, estão vivos e lutando por mais poder... que parvoíce.!!

Formiguinha esconde-te senão até a pele te levam, estes teóricos chupistas da civilização.

 

Assim a modos de, p.e.: sou benfiquista mas só critico… o meu clube. Serve para quem serve. A mim, não.

Chega de oportunismos pseudo intelectuais.

 

Tenho dito e obrigado.

 

Não falarei dos outros, muitos, práticamente todos, os ambiciosos tout court mas suscita-me uma, aliás, várias ideias:

 

1.Hugo Chávez e o seu país vivem do petróleo quase exclusivamente. Então e reconhecendo a sua determinação bem preocupada, pare então a produção, ajudará assim o planeta Terra a viver mais uns quantos anos. Eu acho bem. Ficará simplesmente sem receitas que lhe alimentem o poder que detém. Isto não é uma crítica.

2.A Finlândia viveu muito bem com os telemóveis, mas só agora se levantam os protestos. Foi pela finança internacional, não por tal meio produtivo que salvou a sua economia. Parem então de produzir telemóveis com esta radiação assassina de micro ondas. Tenho um tumor na cabeça provocado por tal. Mas se essa Senhora estivesse no poder efectivo ainda, nada diria, calando-se... Desde 1976 que a Rússia proibiu os micro-ondas para as cozinhas, bem estudado o facto, então. Mas pôs o sistema a funcionar nesse País, tal como: o dinheiro não tem cheiro...

ALDEIA NOVA [Graça Arrimar]

  

 

ALDEIA NOVA, 7 DE AGOSTO DE 2009

Graça Arrimar

 

Vai o tempo da vertigem…

da nuvem que chora do alto

Vai o tempo da paixão…

da Brisa que sopra morna

das viagens de mar e chão.

 

Veio o aroma da terra…

da chuva do cacimbo matreiro

veio o sentimento das memórias

a amizade cúmplice da Aldeia

neste recanto do Mato Novo.

 

Veio um colo de maresia

o ladrar de um «secretário»

aos saltos de mesa em mesa

e com eles o sorriso menino

do Barrosão e Marceano.

 

Agora estou menina

na tranquilidade

desta tarde que se esvai

mansa e cálida.

 

Nos murmúrios que soam

As vossas vozes são flores

    que abrem o colorido do mar

    banhando no amplexo do calor

    nosso esse que une e amplia

    o sentimento e a partilha.

 

    Os dias não têm noite

    esta noite é sempre dia

    nos momentos vividos

    entre os vossos abraços

 

Com amizade

GRAÇA ARRIMAR

 

 
 
2009/9/29

LIÇÃO DE ECONOMIA [Rogério Barroso]

Não aconselhável nem a capitalistas nem a parvos
     Vale a pena ver e ouvir sem a intermediação dos media ocidentais que o vulgarizam, deturpam e redicularizam todos os dias.
 
     Não é cinzento e assume a fuga à regra protocolar num estilo inconfundível.
 
     É idealista e generoso. E não farão estas qualidades falta aos políticos de todo o mundo que nos governam?
 
     Podeis não concordar com nada. Mas admitam que o mundo se constrói de muitas vozes, e, mau, mau e pobre, é não reconhecermos o espaço e o valor da dissidência.
 
     Abertura intelectual e ausência de preconceitos. Eis valores que os media não promovem e se encarregam de matar, todos os dias, nas nossas cabeças.
 
Boa noite e amizade.
VITOR ALEIXO
 
  

CAPITALISMO GENOCIDA [Rogério Barroso]

 
     A ex-ministra da Saúde da Finlândia denuncia a preparação do genocídio de cinco mil milhões de pessoas pelos capitalistas norte-americanos.
 
 
2009/9/18

A RECONDUÇÃO DE DURÃO BARROSO [Marceano Vasconcelos]

 

A RECONDUÇÃO DE DURÃO BARROSO

Marceano Vasconcelos

Sexta-feira, 18 de Setembro de 2009

 

Vou deixar aqui a minha ideia política: ele, Durão Barroso foi MRPP, partido à esquerda do PCP, na época. Os EUA assim o criaram. Em 1975 aliaram-se a todos contra os sovietes. Quem manda na Europa, ainda hoje? Os EUA. Ganharam a 1ª e a 2ª guerra. Hoje são os grandes credores dessas dívidas. Por tal "controlam e impõem" a economia da Europa. E nomeiam os seus delegados. Isto é o que penso.

Mas, justiça feita, se não fosse aquele país que mandou para cá milhões e milhões de tropas, onde morreram demasiados, sempre, os deles, nessas guerras, o que seria desta Europa? Depois relançaram as economias todas, menos Portugal, que não aceitou, orgulhosamente sós…

Isto é o que sei, vi, vivi, conheci, tenho 67 anos e nos 60s estive na Bélgica, o país por eles escolhido para ser a central. Que continua.

Nada contra mas a história tem de fazer sentido, políticas àparte.

Money is money... and the winner gets it all.

Desculpem lá as maiúsculas… é mais rápido escrever assim.

Como se poderá dividir uma pequena gaiola, este planeta?

Quem reconstruiu a Europa destruída com os bombardeamentos globais, que os alemães, então, provocaram?

A Alemanha ocidental – essencialmente – foi toda destruída, excepto a Bavária, o sul, Munique, p.e., hoje vamos a Berlim – ultra moderna – onde não sobrou uma pedra em cima de outra, Dresden, enfim centenas de cidades, estão reconstruídas na totalidade, desde os anos 50s… a Rússia também recebeu ajudas até ao fim, também morreram muitos milhões de tropas deles, mas a Alemanha moderna mostra a capacidade de, quando se quer, pode-se construir um novo País em 10 anos… – esquecendo aqui... Portugal – vamos, apolìticamente, perceber a capacidade real de quem quer fazer... parte-se pela guerra provocada mas depois, reconstrói-se. Os EUA financiaram… Esta é a História do planeta terra. Depende das vontades...

A força, o poder e… a democracia são irmãs. Esses países estão hoje bem ligados. Todos.

Será o que se está a fazer agora, nesta crise, americana, desta vez deles. Mais 5 anos e o Ocidente estará bem melhor. E não só.

Beneficiando de toda a investigação do espaço, custando triliões de contos/ano a esse País, que nos tem dado tudo o que utilizamos. Ainda não cobraram tais despesas, até porque investem nas empresas e estas é que exportam, vendem para todo o mundo.

O dinheiro é virtual, a vontade é real. As cores...ah, benficas e sportings... o desporto será outra coisa… desporto hoje de mercenarismos…

Tenho esperança nas capacidades de quem quer (re)construir, investir. Eles são assim, foi bom para todos… Não votarei PS, não reconstruiu nada, nem com os dinheiros da Europa....?? Sorry…

Cumprimentos

2009/9/17

O GENOCIDA DOS «AZORES» [Rogerio Barroso]

     Ainda há 33% dos cidadãos europeus que aprovam a nomeação do GENOCIDA Durão Barroso (ver: http://www.euronews.net/news/you/para presidente da Comissão Europeia. E 12% dizem que «não sabem».

          Mas, ao fim do dia, apenas 30% dos cidadãos europeus aprovavam a renomeação do GENOCIDA dos «Azores» para presidir à comissão, enquanto os que reprovavam eram 59%, dizendo 11% que «não sabiam» (ver: http://www.euronews.net/news/you/).

          Além disso, os «gravatinhas» dos partidos do regime actual andaram dizendo, conjuntamente com os papagaios da comunicação social do regime actual, que o Durão Barroso havia ganho as eleições para o dito cargo. Faço notar que não houve nem quem as perdesse nem houve quaisquer eleições ou qualquer eleição. O regime actual, como o de 1933 e os anteriores, continuam a apostar no obscurantismo.

          Mas, quer se queira, quer não, este regime é o que o nosso povo quer e, por tanto, é o que o nosso povo merece.

Rogerio Barroso

2009/9/13

HUGO CHÁVEZ [Oliver Stone]

 
É o mundo que está a mudar..., pá!
 
  
2009/9/11

MENSAGEM PARA LUÍS DE CAMÕES [Marceano Vasconcelos]

 

Mensagem para Luís de Camões

Marceano Vasconcelos

 

As "utopias"..., reais, porque consubstanciadas nas fortunas "inertes", escondidas cá e lá, subverteram Portugal.

A bandalheira, filha de uma certa rameira, já bem velha agora, da nova democracia…portuguesa, inventores, navegadores para os outros, arredem-se. Que ficarão enxovalhados.

Vão aqui quase todos… quantos?... comendo, às escondidas, pensando que serão únicos… neste mundo que é uma cabra, não o nobre animal, apenas será uma gaita… se se pudesse fazer uma melodia!, punha-os a secar numa eira. Como os figos, apenas, para depois os dar depois aos porcos do Algarve ou do allgarve. Tal como os melões, o tomate e a batata, alimento da fome… E para a capital, num TGV, rápido, PARA NÃO PERDEREM O JÁ POUCO AÇÚCAR QUE TÊM… CONGELADOS, DAQUI A 100 ANOS, para os que por cá ficarem... que lata, nada de conservas… senão voltam, outra vez.

Já seria uma pequena corrupção, se pudesse, mas o dôce ficará sempre aqui... pouco ou muito, muito ou pouco. Por mim interditados aos cabeças de lista, tipo salazar, dos maiorais partidos, pois, já não são inteiros, mesmo, mesmo há muitos anos.

Esquecem-se, p.e. que a mesma Europa, comendo nos mesmos circuitos, – que devem ter ensinado por cá, aussi...,- resvala também para os caminhos da perene e legal justiça, que sempre existirá.

Que se exige.

Por tais fraquezas...fica a essência do que é justo, a Justiça, tout court, apenas, porque há ou, não há.

Voltámos aos tempos da inquisição assassina.

Cheiram-me esses tempos, velho jarreta que sou, teu companheiro, ó Luis, das naus que te acompanhei, eu que te ajudei nos pergaminhos para que te não afundasses, ó Luís.
Cheira-me assim, e já apelei a ti, Camões, prós estranhos, por agora, volta, estás fazendo falta.
Porque se tiveste a nobre coragem de escrever, nunca abdicando, exilado, empurrado nos confins da merda portuguesa que nobre deveria ter sido na tua digna força, volta então, pois precisamos de ti.

Que não se apague a chama, do fogo, das cavernas.. Volta, Camões, os vís-vices-gatunos já se foram todos... ficaram por cá alguns, mas a arma será o voto deste moderno povo, pagos para serem europeus, mas, onde estará tal aforro?

Olha ó Camões, tenho um Filho no mar vermelho, por onde andaste, já lhe dei os livros da hidrografia daquele golfe que agora é mar, graças aos ingleses que já não o será, também virtualmente eles já perdidos, para que ele se cuide,..a única preocupação que hoje tenho… não irão aquelas gentes, boas fazer mal ao moço que agora mesmo, nesta hora, está "navegando" entre Ryad e Jeddah, loucuras, mais umas que apoiamos mas que nos fazem sofrer, a ansiedade do finalizar uma boa aventura... Talvez, por armas e canhões, vingarem-se no moço, um português..! Isto de se ter amigos, hoje como ontem,... só se fôr um maltês. Belos piratas, tal como nós...

Pouca fiabilidade, sempre, contudo.

E se os poetas escreverem só para eles, os destroçados, partidos, não voltes p’ra Lisboa, ainda te fazem a folha, outra vez.

Mesmo hoje, cuidado, há gentes dementes, sobreviventes neste merdoso caudal.
Quando fôr aos Jerónimos, onde me baptizaram, irei pôr uma mão no ombro que não é o teu ali, sabe-se, fica bem onde estás, irei voltar a estar contigo.

As quinas são ainda as mesmas.

Já agora vai lá escrevendo, cumprindo o que prometeste. Pelo menos na net, não ficará hoje mal, promessas que fizestes, terás de as cumprir. Amigo e Português que sempre serás.
Ao rico não se pode dever, ao político não subscrever e o pobre não matar.

Poeta és tu.

Na próxima farei melhor, ardores das Índias, aprendi a ser tibetano, lá por detrás dos Himalaias.

Só na intenção. Igual ao nosso JCristo.

Respeitemos o próximo.

Até logo, já ali, sabes, o mundo é infinito mas podemos, agora, graças à ciência, medi-lo um pouco mais aperfeiçoadamente.

Por quem sabe da actual ciência. Ficarias espantado, logo te explico o que aprendo aqui.
Os teus versos estão aqui, sempre livres e abertos.

O tinto está melhor, cada vez mais. Umas 3.000 marcas do néctar da uva?
Caga nisso, deixa-os falar.


Até logo.

 

 


 

Uma mensagem para o meu Amigo Luís.

E outros profetas, às vezes… esquecidos poetas…

Portugal está no charco.

Abrz