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2009/7/28

73.º ANIVERSÁRIO DO JOSÉ BARROSO [Rogério Barroso]

 
     Em Junho de 2005, na cidade do Porto, faleceu o meu irmão Zé Barroso.
     Assim morreu uma velha glória da rádio em Portugal e em Moçambique,
     As saudades são tão grandes como irreparáveis.
     Foi ele quem ajudou o nosso pai e a nossa mãe a criar os outros três seguintes filhos: a Maria Irene, eu e a Maria Alice.
     O seu 73.º aniversãrio passa a 31 de Julho de 2009.
Parabéns.

 
 
 
 
2009/7/17

UMA PRENDA PARA SAO TOMÉ (Ana María)

 
2009/7/2

A COSEC [Marceano Vasconcelos]

A COSEC

 

A cambada de chulos estão a levar na cabeça...pensam que a corrupção é eterna.

Essa cambada de chulos, chulos... Porra vá lá o Sócrates lá reconheceu, "humildemente" os seus capangas, muchachos.

Mas já é tarde para ele. As pmes precisam de trabalhar,..as que sobram...

Vai perder, TUDO.

E o resto, se verá.

Nem o Marinho lhe irá valer...este revela-se agora, após tantas dúbias declarações.

Nós queremos, Justiça.

Abrz

 
2009/7/1

AFINAL, QUE QUER O PS? [Baptista Bastos]

 

Afinal, que quer o PS?

Baptista Bastos

 

            Não é de estranhar que uma sondagem recente atribua "empate técnico" ao PS e ao PSD, nas legislativas. A prática governamental, nestes últimos anos, é um empreendimento de confronto com sectores sociais decisivos, e uma construção de poder (direi pessoal) que repousa em imprevisíveis decisões individuais. O modelo não se rege por princípios; obedece a reflexos. Chamado de "reformas", foi elogiado pelas faixas mais retrógradas da nossa sociedade. E a sociedade está em fanicos.

            Notoriamente, o orgulho de Sócrates foi amolgado com a derrota nas "europeias". Até hoje engole em seco, mas continua a combinar os mesmos elementos modulares que têm feito a sua perdição. Parece que não consegue definir o corpo social português e delimitar as fronteiras entre as classes. Sabe-se que nada tem a ver com "socialismo" como instância histórica, ideológica e ética. Também se sabe que conseguiu domesticar aqueles dos seus camaradas que, tenuemente embora, ainda agitavam as bandeiras de uma específica identidade política. A derrocada de 7 de Junho alarga-se em vergonhosas cumplicidades. Nenhum "socialista" se rebelou. Talvez porque já não haja socialistas. Talvez porque o socialismo nunca existiu. Talvez. Uma única certeza: José Sócrates nunca foi socialista.

            Ele próprio dá vivo testemunho dessa evidência. Há dias resolveu convidar um grupo de pessoas para o ajudar a reflectir sobre o País, e procurar as soluções adequadas. Os vigorosos pensadores não eram gente de Esquerda, ou afins. Nada disso. T'arrenego, Satanás! Alguns pertenciam àquele agrupamento de estilistas conhecido pelo Compromisso Portugal. A notícia correu fértil. Logo a seguir, o dr. Carrapatoso, corrigindo o que semelhava ser a natureza dos signos, veio afobadamente dizer que nada tinha a ver com os desígnios da amena reunião. Uma selecta jantarada, de duvidosa eficácia.

            Cada vez mais desarvorado com os sucessivos dislates, José Sócrates decidiu, agora, consultar os "magos" que ajudaram Barack Obama a conquistar o poder. Uma mistura de marquetingue e de Alvin Tofler. E, embora um técnico português de publicidade, altamente qualificado, tenha dito que não há nenhum génio que consiga, hoje, vender fruta bichada, Sócrates não abdicou de escutar os americanos. Atingimos a era do desequilíbrio e da alucinação. O Estado é entendido como uma empresa, não como a configuração de um corpo político, social e administrativo.

            Afinal, que deseja de nós o secretário-geral do PS? Ambiciona os votos de quem? Enquanto esta espessa mediocridade sem alma e sem valores campeia infrene, que nos espera? Manuela Ferreira Leite? Dá que pensar.