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2009/5/31

A VERGONHA DOS CAVACOS [Rogério Barroso]

 
356,9 mil euros

Cavaco e filha lucraram com acções da SLN

[in DIÁRIO DE NOTÍCIAS]

 

Cavaco Silva foi accionista da Sociedade Lusa de Negócios (SLN) detentora do Banco Português de Negócios (BPN) entre 2001 e 2003, altura que ainda não era Presidente da República. Ao sair teve um ganho de 147,5 mil euros. A sua filha Patrícia também teve acções da SLN e lucrou ainda mais ao sair: 209,4 mil euros.

De acordo com o jornal 'Expresso', que publica cópias das ordens de venda emitidas por Cavaco Silva e pela filha, endereçadas ao então presidente do conselho de administração da SLN, José Oliveira e Costa. Cavaco detinha 105378 acções, adquiridas a um euro cada, que foram depois vendidas a 2,4 euros cada (a SLN não estava cotada na Bolsa e por isso não havia preço de referência, mas, segundo o jornal, este valor estava em linha com outras transações de acções do grupo naquela altura). A filha era detentora de 149640 acções.

As acções de Cavaco e da filha foram vendidas, por ordem do presidente da administração, à SLN Valor, principal accionista da SLN, que agregara os maiores investidores individuais da empresa, entre eles Oliveira e Costa.

O 'Expresso' contactou Cavaco, mas fonte oficial da Presidência da República disse que o Presidente nada tem a acrescentar em relação ao comunicado emitido em Novembro de 2008. Nessa altura, Cavaco disse que “nunca exerceu qualquer tipo de função no BPN ou em qualquer das suas empresas; nunca recebeu qualquer remuneração do BPN ou de qualquer das suas empresas; nunca comprou ou vendeu nada ao BPN ou a qualquer das suas empresas”.

Sobre a participação como accionista da SLN, a detentora do BPN, Cavaco Silva nada disse.


«Bocezes» já percebem agora porque é que se anda a brincar aos polícias na Assembléia da República?

É que, assim, o tempo passa, a prescrição aproxima-se, branqueia-se a actividade criminosa deste figurões, e os pobres morrem à fome, diminuido-se os números estatísticos da pobreza.

 

VOTEM! VOTEM NELES!...

JÁ PERCEBI TANTA ABSTENÇÃO [Marceano Vasconcelos]

 
 

Rogério Barroso, em 1969, no sul de Angola

Dos 700.000 homens ainda vivos que estiveram na Africa portuguesa, apenas umas centenas se inscreveram no site TERRAWEB, o site da malta que lá bebeu milhões de litros de cerveja... e onde 15.000 lerparam.
No mesmo país que somos, já ninguém vota.
Quererá dizer, para mim, que vivemos num cobarde limbo do pensamento.
Nós já não vamos...em princípio.Mas se formos será, no meu ponto de vista,(nada com a mira da G3) para ficarmos ainda mais ..livres.. destes cabelos brancos, manhosos, gatunos, ladrões da Pátria.
Já percebi tanta abstenção.
Compreendido.
Mas não me satisfaz..!!
2009/5/28

HIER ENCORE (CHARLES AZNAVOUR) [José Henriques]

 

FGTS - RESPOSTA A VITOR SÉNICO [José Prudêncio Mendes]

 

Prezado Vítor Sénico.

 

Grato pelo seu tempo na leitura das minhas linhas.

Já trabalhei no Brasil, numa multinacional americana, e fui beneficiado com esse fundo quando me ausentei do país. Ainda hoje capitaliza.

A lei é simples e antiga. Consultando os dois endereços abaixo, poderá informar-se melhor do seu funcionamento. Um e-mail para a caixa federal deverá ser suficiente para lhe darem a informação onde a lei está publicada (no diário da república lá da terra, com certeza!) e como a obter.

A palavra-chave é FGTS

 

Sempre ao dispor

 

José Mendes

 

 

http://pt.wikipedia.org/wiki/Fundo_de_Garantia_do_Tempo_de_Servi%C3%A7o

http://www.caixa.gov.br/fgts/perguntas_frequentes.asp

 

2009/5/27

SALÁRIO MÍNIMO VALE CADA VEZ MENOS [Nuno Guedes]

Salário mínimo vale hoje menos do que há 35 anos

Nuno Guedes [quarta-feira, 27 de Maio de 2009]

 

O Salário Mínimo Nacional vale actualmente menos do que em 1974 quando foi criado. Se tivesse evoluído ao ritmo da inflação deveria ser hoje de 584 euros, mais 30 por cento do que os 450 definidos no início do ano.

            Se tivesse evoluído ao ritmo do crescimento dos preços, o Salário Mínimo Nacional podia valer hoje mais de 580 euros.

            Nascido em 1974, faz hoje 35 anos, o decreto-lei então publicado explicava os objectivos de criar uma retribuição mínima mensal: garantir a correcção dos desequilíbrios sociais e económicos, melhorando os «níveis de vida muito baixos».

            Na altura, a decisão iria beneficiar 50 por cento da população activa. Era esse o objectivo escrito no decreto-lei assinado pelo primeiro governo provisório, liderado por Adelino da Palma Carlos. 3.300 Escudos (ou 16 euros e meio) era o salário mínimo de então.

            As contas feitas pela TSF com a ajuda de João Loureiro, professor da Faculdade de Economia do Porto, mostram como rapidamente nos anos seguintes o crescimento do salário mínimo ficou abaixo da inflação.

            Nos últimos três anos o governo socialista aumentou a retribuição mínima acima do crescimento dos preços, mas a medida contínua no entanto longe de compensar a perda de poder de compra das décadas anteriores.

            Os dados mais recentes do Gabinete de Estratégia e Planeamento do Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social apontam para 6,3% dos trabalhadores a ganhar em Abril de 2008 a retribuição mínima mensal garantida. A diferença entre sexos é clara: 5% dos homens recebem o salário mínimo, contra quase 10% das mulheres.

            Dados do Eurostat mostram que o salário mínimo português é o segundo mais baixo dos países da Zona Euro, ficando apenas à frente dos ordenados que se encontram na Eslováquia. 

2009/5/24

MARINHO FOI ÀS PUTAS [Rogério Barroso]

 
 
Marinho Pinto foi às putas.
 
   
 

 
O Hitler nos anos 20 e 30 geriu uma sociedade original, tal como esta de Portugal.
Não se queixem depois,
Antes, aqui,ontem, já depois do Heil !!, ficou por aqui uma sombra, que permanece. Que continua: a sanha do poder.
Tenham juízo.
Leiamos a história. Apenas, não tenham pena dos "patrões" da política.
Guardem-se.
MARCEANO VASCONCELOS

2009/5/23

DOIS FARÓIS [Marceano Vasconcelos]

 

Dois faróis!

Já vi. Nestes nossos mares, noite e dia.

Já vi, por aqui, as gentes de nós e as nossas gentes.

Já vi os ventos, ciclones, as brisas, os calores frios do norte e quentes e destrutíveis suestes, onde nem o M. Soares mandava… e os naturais vendavais.

A RTP e a meteorologia deles, sempre enganados… incompetências portuguesas, digo, tacho não será um estigma da ciência…! De outro modo… a ciência não precisa de tachos, precisa do pensar… alquimia da mentalidade, se calhar nem tal existe, nesta gaita de país, que amo..! Incongruências donde nasci,.. mas estou aqui. Assim fui escolhendo. O problema será deles…! Os que nada sabem… E Portugal continuará, sempre, sempre igual… que se lixe! Cobardias, digo, falta de coragem!

Nem sei porquê!!... Também não terei de responder por tal… uáu… era o que faltava… mas este foi sempre o jogo das coroas… tu fazes, eu ganho..!! bull sheet!

Já tive amigos, primeira premissa,

Nunca mais tive ninguém. Porque já se “foram”quase todos. Ninguém para, apenas, conversar!

Já vi, vivi, premissas talvez capazes, outras falsas, irreais de facto, outras verdadeiras que gostei, onde ainda hoje, contra mim, não consegui ancorar-me. Falsidades da treta.

Sou o único vivo, para durar!

Não me deixaram, antes. E entreguei tudo, à ganância, de facto, real.

Nada de mal…! Pensava ter tempo…Contra os vendavais num país que nada quer valer.

Se calhar redundou bem… de facto, a minha vida.

Já naveguei no mundo, olhando, analisando, escolhendo enquanto posso, já vi muito, não tudo, se calhar não o suficiente.

E o meu Ricardo, voando nos doces “desertos”, navegando, afirmará o que sabe. Sabe!

E o meu Duarte, nas suas essências da Física, onde eu hoje gostaria de estar, voará na evolução, sabendo bem, não perderá contudo a real situação do afecto, de uma sensação puramente humana, do entendimento que a ciência será um meio, nunca um fim. E tal fórmula estará para ser escrita… o perdão, sem mácula.

Poderei dizer, hoje, 66 anos, o dobro da idade do meu maior companheiro filosófico, o J. Cristo, que sei apenas metade dele, aprendi. E por tal apreendi que teria de viver mais outros 66 para continuar. E perdoar aos meus maiores inimigos. Os menores… pois os maiores a gente tratará  deles!

Vou ficando por aqui… e que a mão esquerda não saiba o que faz a direita.

Karmas rosas. Tais como as tulipas holandesas… Holanda, a Flandres, diz, paz!

Mero exemplo.

Apenas Portugal estará mal, infelizmente…

A destruição da sociedade para satisfação material do efémero poder… lembrou-me Roma, no seu perdido êxtase do saber.,! 

E Alexandre o Grande, refugiado no Egipto que conquistou e escolheu, governando em pleno poder. Distribuindo tal panóplia do valor conquistado. Depois dele, vilipendiado pelos seus acessores generais, os tais «DirGer» contudo, hoje olhando pelos livros, vejo as honras efémeras dos traidores. Em tempo útil…Deixemo-los pousar… Porque a armadilha é de quem a monta…!

Adiante…, já vi isto tudo. Os fracos valores humanos que não se afirmam... !!!!! Continuo:

 

Arthur Clarke, vivendo no Sri Lanka, fugindo desta real realidade da treta humana, onde morreu há poucos meses, escreveu vários livros: Dentre esses, reclamo:

2001, Odisseia no Espaço

2010, Continuação da Odisseia

2052, Odisseia no Cometa Halley

(Os títulos não serão estes) …

Uma primeira experiencia, 1962, uma peça de teatro, Bruxelas 1962, apologisticamente recordando um Hitler num palco, Artur Hui… saudosismos, pai dela morto na Rússia, depois um gato em telhado de zinco quente, com a pequena deusa e o seu multimarido Burton, passado para o cinema nos anos 60, apaixonado que eu estava, por uma muito bela jovem alemã, em Bruxelas, tipo brasileira procurando capital de segurança,... tornaram-se os maiores clássicos de sempre, inesquecível. O melhor filme do mundo, Odisseia…. No espaço… Clássico conhecido.

2001 mostrou a solidão humana  perante o desconhecido… E mostrou o que temos,  a solidão. Nas cenas finais. Em nome da tecnologia…

Lá conheci o Paul Henry Spaak, o criador da Europa, o valente Kennedy assassinado, o seu n.º 2, o industrial Johnson/ Vietnam, os 70.000 americanos lá mortos, oficialmente, gravados num granito negro no Memorial de Arlington, Washington, -chamam a isso mármore…-culturas não respeitadas do “velho continente”.

O segundo, livro, também transposto num filme nos anos 80, mostrou numa bonita e incrível tecnologia virtual a busca da continuidade da humanidade, por arredores de Júpiter… americanamente uma boa conclusão, com russos na equipe, um “happy end”, oxalá fosse…

O terceiro livro, Hollywood não quis fazê-lo., custos então excessivos. Mas fizeram há poucos anos uma versão assim bem mais pesada, que já vimos, sobre um tal meteorito caindo no planeta Terra. Tem passado nas tvs.

Aliás tema bem presente.

Havendo já dezenas de milhares de lixo em órbita,

(17.000?) quererei  ver como e quem os vai retirar… a porcaria do desaforo da ambição.

Tipo Kyoto… Chamem uma empresa pública, por exemplo… Resolverá estes temas??. Deixem rir…e se portuguesa, fará gargalhadas…

Porque a indústria do cinema, agora deslocalizada para a Índia, globaliza os custos, mais baratos ali. Hollywood, os vendedores de sonhos… deste nosso terráqueo povo que ainda me choca… L.A. está caindo. Tal nunca me agradará… E a ninguém. A América é grande, mal gerida, coisas inglesas! Gosto da frontalidade do Obama, os advogados estão treinados, a favor de ambos os beneficiados: povo e estado. Venham os juízes e escolham.

O resto será a nossa decisão.

Porque gostaríamos que nada mudasse. Nem lá nem cá, nas nossas casas.

Mea culpa!!! Na proporção, assumida.

Só por tanto desconhecimento o povo se justificará, vendo, dizem, tantas telenovelas, razão única de vender aspiradores, cremes e mais, a banha da cobra…!!!! Falta a dignidade de qualquer Provedor…e advogados. What a shame!!!

Só que na 3ª obra escrita de Clarke, -nessa obra – em vez de um cataclismo terráqueo, havia, nesse cometa, a 1.000 anos-luz, lá, vidas diferentes, guardadas em ovos, na busca de um pouso, algures. Tipo Brasil, Angola. América central… vá lá que houve um bispo português, hoje, que aconselhou o durex, preventivamente, alterando os dogmas… vigentes.

Honra a tal pensador da ciência humana.

Voltando à ficção…

Onde, a saga do Arthur, o neto do comandante do 2001 era ainda  o chefe da missão, em 2052. O “velho” vivia em órbita da Terra, o seu coração não aguentaria uma reentrada nesta bolinha.  

Prisioneiro… da sua saúde. Lavoisier não previu… proibido de voltar para casa…. é antiga a ideia.

 

Revertendo a base do meu pensamento:

- Um cometa/asteróide está demasiado longe de nós, hoje. Será ainda ficção… por enquanto… referenciados, todos, estão, E a informação passará apenas, em distress…, tipo, lavar as mãos…!!! No último momento, onde a ciência do conhecimento passará ao desespero... Veremos, no limite, se tal desaforo da ciência, dos “especialistas”, resultará numa prévia informação… do desastre. Veremos. Apenas uma curiosidade de hoje, porque amanhã, aí, ninguém terá capacidade nem tampouco existência para pensar… ou estar… ou viver… ou um sorriso de esperança para continuar…!!!

Júpiter, tal obra fantástica do cinema, mostrou que os dois sóis, o nosso e o outro criado pelos alienígenas, na explosão deste “nosso ”5º planeta”, criaram um modo estável na política da Terra, acabando com a guerra-fria para sempre. A guerra não valeria a pena. E o muro de Berlim, que conheci, com os seus guardas SS da urss, caiu. Charlie Point,... a fronteira dos turistas. Lembrou-me, de um modo sem medos, quando estive na bonita Angola,... regimes da época, e até fiz fotos, contra os gritos dos nazis alemães, perdão, russos, nesse sítio... Já agora, o cemitério russo desse lado de lá, imponente e bem feito, e o desolamento da excursão num bosque, cheirando a gente morta, vendendo lanches, em dólares, num total isolamento… lembrando a chulice de tais regimes, que vão caindo.

2001, o primeiro livro, mostrou a capacidade do pensamento de há 40 anos, a imaginação das viagens no espaço controladas por computadores ficcionais dos sonhos de então, de então..., estes simples condensadores hoje já feitos pelas multinacionais, em falência, p.e. a Quimonda, que mostrou a soberba capacidade humana de construir e desfazer, Siemmens dixit,… simplesmente porque será mais barato vender a outros, mais baratos, o controle da finança, o poder… não, não pensam…!!! Como se esta bolinha azul fosse de uma dimensão infinita… capaz de absorver todos os disparates… ansiedades estúpidas de gentes ditas, inteligentes...

Vão para Marte, guardem lá os triliões de dólares sem valor…

Como se as fortunas assim feitas, derivadas das ambições que tudo justificam, dizem… fossem alimentar vidas eternas de tais gentes finitas…

Costumo escrever em pedras funerárias… a efeméride de tantas gentes que não se amam... e que corrijo, com alguma confusão afectiva… honrando os sentimentos esquecidos… das famílias, ditas, sofredoras…

Assim no modo de, quem vier atrás que feche a porta, ciganos na essência: pago – logo, exijo! A começar pelas famílias de quem está nesses poderes republicanos!!! – (outros não fariam melhor… após isto só os alliens…) Frieza de imbecis, após um requerimento das igrejas todas, em nome dum deus que, nada dando, serve a incredibilidade… mais valerá passar já à 3ª obra de Clarke… Armagedon…

 

Tudo isto para dizer, que depois de aqui estar estes anos todos, terei de ir sem nada ver da raça humana, daqui, humanos algarvios que somos, que imaginámos tudo isto e o que se está a fazer será apenas e só destruição!!! Levarei os sons das cores do nascer e dos pôr de sol. Ah!!!!!! E que saudade dos sonhos do que aqui, permitidamente vi. Vá lá..! Concessões…

Na essência e porque é o que quero dizer, resumindo-me a este maravilhoso cantinho do sul, conheci os faróis do Algarve, por terra e por mar. Um de cada vez, cada um no seu ciclo de luz, cada um presente. Colocados de tal modo pelos velhos que não «sabem nada»! … há 100 anos, estes últimos faróis, de tal modo concebidos que, quando na popa um está desaparecendo, na proa já lá está o próximo, velando por nós.

De dia, modernamente, na frequência. De noite, com a luz. “Dá-me um farol, irei ao fim do mundo”, tipo o grego, o princípio da alavanca. Levantaria o mundo, Arquimedes!!!

Esse mesmo.

Tudo isto para dizer que, apesar deste vendaval, deste país da treta de há pelo menos 300 anos, tenho dois faróis: os meus dois filhos.

Por eles navego calmamente... E só por eles.

Dois sóis do 2010 seria bom, prefiro os meus dois faróis, porque real. Esses conheço-os, hoje, sempre.

A ficção de hoje será realidade amanhã. Sem dúvidas. O que sonhamos, faremos!!!

Mas, real, hoje tenho dois faróis que não me deixam parar... Evitam-me o vendaval…

Até ver… todos teremos de participar, senão, a história não continua…Temos de continuar.

Uma casca de caracol, calcária, pedra vazia, onde a gente se refugia..? Vale o quê?

Vale a cobardia do amealhar? Os caixões não levarão tal valor. Quem deixaria..???

Pois! Mais vale um amor do que 50 galáxias desta bolha universal.

Então quanto valerá um ser humano???

Para mim valem uma vida plena. Até ao fim.

De quê? Qual fim… ???

Conseguirei satisfazer a curiosidade de ver o futuro???

Deles??? Gostaria muito. Proibido pelos tempos…

Os meus dois faróis???

Os meus filhos?

Continuarão!!! Com alegria no coração.!! Estes dois são «muita bons»!!!

Antes de partir… já estamos quase de volta… Vale. Por Verdade. Sorrindo, com afecto.

Com amor. Voltaremos, para continuar.

Bjs.

 

2009/5/21

FUNDO DE GARANTIA DE TEMPO DE SERVIÇO [José Prudêncio Mendes]

 
 

Despedimento por justa causa

 

A necessidade dum Fundo de Garantia de Tempo de Serviço

 

Sem entrar em pormenores de excepção e de uma maneira geral, quando a entidade patronal, por sua iniciativa, cessa o vínculo contratual com um trabalhador, há direito a uma indemnização (sensivelmente 1 mês por cada ano de trabalho) e a fundo de desemprego.

Se o vínculo contratual for denunciado pelo trabalhador, dentro das normas da lei, não há direito a indemnização nem ao recebimento de fundo de desemprego.

Só com justa causa invocada pelo trabalhador é que a situação se inverte. Mas para provar essa justa causa é que é o problema.

Se a causa for o pagamento não atempado dos salários, a prova é fácil de produzir, mas a lei muito difícil de cumprir pela entidade patronal.

Se a falta for de outra natureza, nunca poderá ser provada, pois todas as testemunhas invocadas, com medo de represálias, nunca irão testemunhar contra o patrão.

Mas muito mais grave é o caso do trabalhador efectivo com alguns anos de casa. Se tomar a iniciativa de se despedir não receberá nem indemnização nem terá direito ao fundo de desemprego.

Se for a entidade patronal a tomar a iniciativa, só o poderá fazer com processo disciplinar e invocando justa causa de despedimento: o que é fácil com a actual lei laboral.

Basta um inquérito com o testemunho falso de alguns trabalhadores para que o objectivo seja atingido. O trabalhador é despedido sem indemnização e sem direito ao fundo de desemprego. Aliás o medo leva ao perjúrio. O perjúrio é uma instituição natural nos nossos meandros judiciais. Eu próprio já fui convidado a cometer perjúrio, quando testemunha, por bons nomes da nossa praça.

O que não percebo é a filosofia e o sentido de justiça das indemnizações. É uma obrigação social permanente, ou o patrão, quando toma a iniciativa, é perdoado?

Não seria mais justo criar um Fundo de Garantia de Tempo de Serviço (FGTS), como existe no Brasil desde 1966?

O patrão deposita, até ao dia 7 de cada mês, 8% do salário bruto do trabalhador numa instituição bancária gestora desse fundo e fiscalizada pelo Estado. No final de qualquer contrato de trabalho, o trabalhador levanta a indemnização devida sem qualquer conflito. Se houver justa causa, a indemnização não é levantada pelo trabalhador mas fica depositada no banco e será libertada mediante o que a lei regula (quando da reforma, p.e.).

            Se esse fundo existisse grande parte dos conflitos e dramas actuais deixariam de existir. Mesmo que as empresas fechassem a indemnização ESTAVA LÁ.

 

Viva a Europa!!! Nós é que sabemos. Os países emergentes não percebem nada de justiça social.

 

José Prudêncio Mendes

 


 

vitor sénicoescreveu:
Senhor José Prudêncio Mendes devo dizer que este seu artigo despertou-me a atenção e se possivél agradecia que me pudesse informar qual é essa lei Brasileira pois o assunto é de interesse Nacional e penso que seria importante avaliar essa situação.
O meu nome é Vitor e pode contactar-me para o email classificado_01@hotmail.com.
O meu interesse particular deve-se a que quando efectuava uma pesquisa na internet ser confrontado com o seu artigo na revista Visão.
Sou profissional de segurança privada e essa situação seria não só para nós importante como para a generalidade dos profissionais em Portugal.
Agradeço se possivel essa sua atenção e muito obrigado

 

Prezado Vítor Sénico.

 

Grato pelo seu tempo na leitura das minhas linhas.

Já trabalhei no Brasil, numa multinacional americana, e fui beneficiado com esse fundo quando me ausentei do país. Ainda hoje capitaliza.

A lei é simples e antiga. Consultando os dois endereços abaixo, poderá informar-se melhor do seu funcionamento. Um e-mail para a caixa federal deverá ser suficiente para lhe darem a informação onde a lei está publicada (no diário da república lá da terra, com certeza!) e como a obter.

A palavra-chave é FGTS

 

Sempre ao dispor

 

José Mendes

 

 

http://pt.wikipedia.org/wiki/Fundo_de_Garantia_do_Tempo_de_Servi%C3%A7o

http://www.caixa.gov.br/fgts/perguntas_frequentes.asp

 


 

 

 

2009/5/20

JE SUIS MALADE [Elena Kucheryavenko]

 
2009/5/19

APAGÃO NO DESEMPREGO (Parte I) [Eugénio Rosa]

 
 

O “APAGÃO” NO DESEMPREGO REGISTADO NO IEFP E A ELIMINAÇÃO SISTEMATICA DE DESEMPREGADOS NOS FICHEIROS DO IEFP QUE NUNCA FOI EXPLICADA

 

Ontem, 18 de Maio, quase todos os órgãos de informação deram grande destaque ao “apagão” (eliminação)  nos ficheiros do IEFP de 15.000 desempregados. O presidente do IEFP, não podendo negar facto, em conferencia de imprensa  veio dizer que isso teve como causa um erro informático (a informática tem costas largas) e que iria ser rapidamente corrigindo, não afectando os desempregados atingidos. E simultaneamente criticou aqueles que afirmaram que é uma praticada reiterada do IEFP para manipular os dados do desemprego registado, apresentando assim valores mais baixos e favoráveis ao governo, ameaçando todos o que afirmaram isso com processos em tribunal, nomeadamente o Sindicato Nacional dos Técnicos de Emprego que denunciou a situação.    

 

No entanto, o presidente do IEFP, assim como o Ministro do Trabalho e da Solidariedade Social  continuam a recusar esclarecer um “estranho fenómeno” que todos os meses acontece no IEFP  revelado nos dados divulgados por este Instituto público tutelado pelo ministro do Trabalho, que temos vindo a denunciar há vários anos a esta parte ..

 

O quadro seguinte, construído com dados também constantes do Boletim Estatístico de Março de 2009 do Ministério do Trabalho e da  Solidariedade Social,  mostra o “estranho fenómeno” que todos os meses acontece com os ficheiros do IEFP..

 

QUADRO I – Novos desempregados registados, desempregados colocados e saldo dos não colocados no 1º Trimestre 2009 pelos Centros de Emprego

MÊS

Novos desempregados inscritos durante o mês  nos Centros Emprego

(1)

Colocações pelos Centros de Emprego

(2)

Novos desempregados não colocados

SALDO

 3 = (2-1)

Jan-09

70.334

4.219

66.115

Fev-09

60.577

3.533

57.044

Mar-09

65.743

4.824

60.919

SOMA

196.654

12.576

184.078

FONTE: Boletim Estatístico – Março de 2009 – pág. 10 - Gabinete de Estatística e Planeamento – Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social

 

Portanto, de acordo com os próprios dados do IEFP divulgados pelo Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social, durante o 1º Trimestre de 2009, os novos desempregados que se inscreveram nos Centros de Emprego somaram 196.654. Deste total, os Centros de Emprego só conseguiram colocar (arranjar emprego) para 12.576, o que significa  que 184.078 não foram colocados pelo IEFP. No entanto, entre 31 de Dezembro de 2008 e 30 de Março de 2009, o total de desempregados inscritos nos Centros de Emprego aumentou apenas  de 416.005 para 484.131, ou seja, somente  em 68.126 como mostra o quadro seguinte, construído também com dados do Boletim Estatístico do Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social.

 

QUADRO II – A variação do desemprego registados nos Centros de Emprego segundo o IEFP no período compreendido entre 31 de Dezembro de 2008 e 30 de Março de 2009

MÊS

Numero total de desempregados registados nos Centros de Emprego seguindo o IEFP

31 Dezembro de 2008

416.005

31 Janeiro de 2009

447.966

28 Fevereiro de 2009

469.299

31 Março de 2009

484.131

AUMENTO entre 31 Dezembro 2008 e 31 Março 2009

68.126

FONTE: Boletim Estatístico – Março de 2009 – pág. 11 - Gabinete de Estatística e Planeamento – Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social

APAGÃO NO DESEMPREGO (Parte II) [Eugénio Rosa]

 
 

 

 Portanto, só no primeiro trimestre de 2009, foram eliminados dos ficheiros dos Centros de Emprego  115.952 desempregados (184.078 – 68.126), como revelam os próprios dados do IEFP.

 

E não se pense que este “estranho fenómeno” apenas se limitou ao 1º Trimestre de 2009. Ele tem –se verificado de uma forma sistemática nos últimos anos no IEFP. Basta analisar os dados que o IEFP divulga todos os meses, compará-los e fazer contas.

 

O quadro seguinte, igualmente construído com os dados divulgados pelo Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social, mostra a dimensão desse “estranho fenómeno” que o governo e o presidente do IEFP continuam a recusar-se explicar, no ano de 2008.

 

QUADRO III – Número de desempregados que se inscreveram mensalmente nos Centros de Emprego, número total dos colocados, e total de desempregado divulgado pelo IEFP no período Jan2008 a Dez2008

Meses/ano

Desempregados  que se inscreveram mensalmente nos centros de emprego

Colocações feitas pelos Centros de Emprego em cada mês

TOTAL Desempregados divulgados mensalmente pelo IEFP

Jan-08

55.252

4.869

399.674

Fev-08

43.993

4.646

398.579

Mar-08

42.993

5.151

391.026

Abr-08

46.116

5.352

386.341

Mai-08

42.566

5.361

383.357

Jun-08

43.474

5.047

382.496

Jul-08

50.748

6.157

381.776

Ago-08

43.147

5.127

389.944

Set-08

65.895

6.785

395.243

Out-08

66.002

6.716

400.814

Nov-08

59.307

5.589

408.598

Dez-08

48.603

3.721

416.005

SOMA

608.096

64.521

 

Desempregados não colocados pelo IEFP

543.575

Variação do desemprego registado entre Jan-Dez08

16.331

FONTE: Boletim Estatístico – Março de 2009 – pág. 10 - Gabinete de Estatística e Planeamento – Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social

 

Portanto, durante o ano de 2008 inscreveram-se nos Centros de Emprego 608.090 novos desempregados. Os Centros de Emprego, durante todo o ano de 2008, (colocaram) arranjaram emprego para apenas 64.521 desempregados. Se deduzirmos este valor – 64.521 – ao total de desempregados que se inscreveram nos Centros durante o ano de 2008 – 608.096 – ainda ficam 543.575 que o IEFP não conseguiu arranjar emprego. No entanto, entre Janeiro de 2008 e Dezembro de 2008 o numero total de desempregados registados nos Centros de Emprego passou de 399.674 para 416.005, ou seja, aumentou apenas em 16.331.

 

A pergunta imediata que se coloca é a seguinte: Como é que desapareceram 527.244 (543.575 – 16.331) desempregados dos ficheiros do IEFP? Quais foram as razões que justificaram a eliminação de um número tão elevado de desempregados dos ficheiros do IEFP? Este é um “estranho fenómeno” que sucede todos os meses no IEFP que o seu presidente, Francisco Madelino, se tem recusado sistematicamente a explicar. É altura de o fazer perante o descrédito que poderá atingir o IEFP determinado pelo “apagão do desemprego”.

 

Durante o debate do Orçamento do Estado para 2009 na Assembleia da República, em que participamos, colocamos esta questão directamente ao ministro do Trabalho e Solidariedade Social. Ele apenas conseguiu dizer que menos de metade era explicado pelo facto dos próprios desempregados arranjarem emprego, ficando por explicar o que acontecia ao restante, que é  mais de metade.

 

Eugénio Rosa

Economista

edr@masil.telepac.pt

19.5.2009

 

 

NOVO LUTO NACIONAL [Maria Clara Paulo]

 

 

NOVO LUTO NACIONAL

 

Seremos de início dez, depois cem... mil... um milhão...

Vista algo de cor preta... pendure algo desta cor na janela de sua casa... vamos conseguir!...

 

DIAS 22 e 23 Maio (2 dias)

 

TODOS DE LUTO CONTRA A VERGONHA!

 

Sabemos que sair às ruas é complicado devido aos compromissos diários, então estamos propondo que nos dias 22 e 23 de Maio todos ao saírem de casa vistam camisas/blusas pretas, e se você não tem, amarre um lenço preto no pescoço ou braço.        

MELHOR AINDA: Pendure um pano preto na sua janela em sinal de luto pela morte da dignidade dos políticos.

Isto vai ser um sinal de repúdio à palhaçada que virou a política.

DEMONSTRE a sua indignação em todas as cidades!

            Não tenha vergonha de participar!

            Devemos, sim!, ter vergonha de assistir à bandalheira de boca fechada e mãos atadas como um povo ignorante que não sabe como protestar!

            Envie este texto ao maior número de pessoas.

            Veja, analise e proteste!

            Mais um roubo aos portugueses! Leiam até ao fim e divulguem.

            Isto não pode continuar!!!

 

 

Lista de Aposentados no ano de 2005 (Janeiro a Novembro)

 

Com pensões de luxo (mas em 2006 a lista continua imparável!): pode ser consultada em: http://www.cga.pt/publicacoes.asp?O=3

 

Boas Vidas!!!

Mas nem tudo vai mal nesta nossa República (Pelo menos para alguns).

            Com as eleições legislativas de 20/Fevereiro, metade dos 230 deputados não foram reeleitos. Os que saíram regressaram às suas anteriores actividades. Sem, contudo saírem tristes ou cabisbaixos. Quando terminam as funções, os deputados e governantes têm o direito, por Lei (feita e aprovada por eles) a um subsídio que dizem de reintegração: um mês de salário (3.449 euros) por cada seis meses de Assembleia ou Governo.

            Desta maneira um deputado que tenha desempenhado as suas funções durante uma Legislatura recebe seis salários (20.694 euros). Se o tiver sido durante 10 anos, recebe vinte salários (68.980 euros).

            Feitas as contas aos deputados que saíram, o Erário Público desembolsou mais de 2.500.000 euros.

            No entanto, há ainda aqueles que têm direito a subvenções vitalícias ou pensões de reforma (mesmo que não tenham 60 anos).

Estas são atribuídas aos titulares de cargos políticos com mais de 12 anos.

            Entre os ilustres reformados do Parlamento encontramos figuras como:

 

        Almeida Santos........ 4.400, euros;

 

        Medeiros Ferreira..... 2.800, euros;

 

        Manuela Aguiar........ 2.800, euros;

 

        Pedro Roseta..............2.800, euros;

 

        Helena Roseta............2.800, euros;

 

        Narana Coissoró........ 2.800, euros;

 

        Álvaro Barreto........... 3.500, euros;

 

        Vieira de Castro......... 2.800, euros;

 

        Leonor Beleza............ 2.200, euros;

 

        Isabel Castro............... 2.200, euros;

 

        José Leitão.................. 2.400, euros;

 

        Artur Penedos............. 1.800, euros;

 

        Bagão Félix................. 1.800, euros.

 

 

 

Quanto aos ilustres reintegrados, encontramos, por exemplo, os seguintes ex-deputados:

 

        Luís Filipe Pereira… 26.890, euros / 9 anos de serviço;

 

        Paulo Pedroso............48.000, euros / 7 anos e meio de serviço

 

        David Justino.............38.000, euros / 5 anos e meio de serviço;

 

        Mª Carmo Romão......62.000, euros / 9 anos de serviço;

 

        Luís Nobre Guedes…62.000, euros / 9 anos e meio de serviço.

 

 

A maioria dos outros deputados que não regressaram estiveram lá somente na última legislatura, isto é, 3 anos, foi o suficiente para terem recebido cerca de 20.000, euros cada.

 

 

É ESTA A CLASSE POLÍTICA QUE TEM A LATA DE PEDIR SACRIFÍCIOS AOS

PORTUGUESES PARA DEBELAR A CRISE!...

 

MAS... HÁ MAIS!!!

 

 

Apesar de ter apenas 50 anos de idade e de gozar de plena saúde, o Socialista Vasco Franco, número dois do PS na Câmara de Lisboa durante as presidências de Jorge Sampaio e de João Soares, está já reformado.

A pensão mensal que lhe foi atribuída ascende a 3.035 euros (608 contos), um valor bastante acima do seu vencimento como vereador.

A generosidade estatal decorre da categoria com que foi aposentado - técnico superior de 1ª classe, segundo o «Diário da República» - apesar de as suas habilitações literárias se ficarem pelo antigo Curso Geral do Comércio, equivalente ao actual 9º ano de escolaridade.

            A contagem do tempo de serviço de Vasco Franco é outro privilégio raro, num país que pondera elevar a idade de reforma para os 68 anos, para evitar a ruptura da Segurança Social.

O dirigente socialista entrou para os quadros do Ministério da Administração Interna em 1972, e dos 30 anos passados só ali cumpriu sete de dedicação exclusiva; três foram para o serviço militar e os restantes 20 na vereação da Câmara de Lisboa, doze dos quais a tempo inteiro. Vasco Franco diz que é tudo legal e que a lei o autoriza a contar a dobrar 10 dos 12 anos como vereador a tempo inteiro.

            Triplicar o salário. Já depois de ter entregue o pedido de reforma, Vasco Franco foi convidado para administrador da Sanest, com um ordenado líquido de 4000 euros mensais (800 contos).

            Trata-se de uma sociedade de capitais públicos, comparticipada pelas Câmaras da Amadora, Cascais, Oeiras e Sintra e pela empresa Águas de Portugal, que gere o sistema de saneamento da Costa do Estoril. O convite partiu do reeleito presidente da Câmara da Amadora, Joaquim Raposo, cuja mulher é secretária de Vasco Franco na Câmara de Lisboa.

O contrato, iniciado em Abril, vigora por um período de 18 meses.

            A acumulação de vencimentos foi autorizada pelo Governo mas, nos termos do acordo, o salário de administrador é reduzido em 50% - para 2000 euros - a partir de Julho, mês em que se inicia a reforma, disse ao EXPRESSO Vasco Franco.

            Não se ficam, no entanto, por aqui os contributos da fazenda pública para o bolo salarial do dirigente socialista reformado. A somar aos mais de 5000 euros da reforma e do lugar de administrador, Vasco Franco recebe ainda mais 900 euros de outra reforma, por ter sido ferido em combate (!?) em Moçambique já depois do 25 de Abril (????????), e cerca de 250 euros em senhas de presença pela actuação como vereador sem pelouro.

            Contas feitas, o novo reformado triplicou o salário que auferia no activo, ganhando agora mais de 1200 contos limpos. Além de carro, motorista, secretária, assessores e telemóvel.

 

 

É BOM QUE TODOS SAIBAM COMO SE GOVERNA QUEM NOS GOVERNA. MAS HÁ MUITO MAIS...

 

Vamos dar um basta e reagir como gente grande dizendo um grande

BASTA!

Não se esqueça: dias 21 + 22 de Maio BLUSA / CAMISA PRETA E PANO PRETO NA JANELA

 

(...e divulgue este e-mail)

http://educanee.blogspot.com

Maria Clara Paulo

 


 

A acrescentar a esta informação, atenção à notícia da entrada no bolso dos desgraçados que têm reforma de 435,00 € e que vão pagar IRS.

Toma lá que é democrático.

Fernando Velez

 


 

            Também quero fazer notar que só o Povo Português (ou, na expressão que eu costumo utilizar mais amiúde: «Esta seita de cavalgaduras») tem culpa da sua situação actual e da sua situação futura, porque essa cambada de cavalgaduras vai outra vez votar nos mesmos. É o PRINCÍPIO DA ALTERNÂNCIA, lançado em Portugal há muitos anos por um tal Salgado Zenha, com o apoio de um conhecido criminoso, António de Spínola: do PPD/PSD para o PS, do PS para o PPD/PSD, e vai de roda!!!

O povo bem sabe já onde pode meter isto a que chama democracia.

Beijinhos.

Rogério Barroso

 

2009/5/18

FOMOS À ROMARIA [Ana María Passos Pazos]

 
2009/5/11

NUN'ÁLVARES [José Martinez da Silva]

 
"Quanto a Nun'Álvares, a sua avidez e ganância são atestadas por numerosos incidentes, conflitos e reclamações. Assim, por exemplo, quando D. João I lhe doou os direitos de Almada, Nun'Álvares achou pouco e tomou conta, por sua iniciativa e abuso (sancionado depois com uma demanda) dos esteiros de Arrentela e Corroios. Os seus rendimentos provenientes das doações feitas por D. João I foram avaliados em 16.000 dobras cruzadas. Mais de uma vez, quando resistiam à sua desmedida ganância e à dos seus apaniguados, Nun'Álvares ameaçava... abandonar. Lutar, lutava. Mas mais bem pago que o rei. Assim Nun´Alvares se torna senhor de Barcelos, Braga e Guimarães, Montalegre e Chaves, Ourém e Porto de Mós, Alter do Chão e Sousel, Borba e Vila Viçosa, Estremoz e Arraiolos, Montemor-o-novo e Portel e ainda Almada, Évora-Monte, Monsaraz, Loulé e muitos e muitos outros reguengos e muitas e muitas rendas de muitos e muitos lugares. É de um homem destes que a Igreja Católica fez um santo, erguendo-lhe uma igreja em Lisboa aonde os pobres vão orar-lhe e pedir-lhe a sua intervenção junto de Deus..."
 
in Álvaro Cunhal, "As lutas de classe em Portugal nos fins da Idade Média", ed. Estampa, 1975.


 

Esclarecida informação. É bom aprender com quem é mais bem informado. Assim se desenvolve a cultura, o saber. E depois, curiosamente.. fecham-se os ciclos das dúvidas. Tipo, fecham-se os dossiers do incompreendido.
Sabe-se que os padres e freires católicos foram sempre uma cáfila humana.
Curiosamente, em pleno século XXI, as pessoas, as gentes, o povo, chamemos qualquer coisa à humanidade..continuam a ser um rebanho sem pastor. Bastam os cães, milenáriamente instituidos, para manter o gado no limite dum redil qualquer.
O pai do Nuno era o prior do Crato, homem entregue à obra de deus.
O Nuno deixou descendencia, seguramente. Mas os monárquicos só pensam no João I.
Bastardos por todo o lado.
Vá lá que os franceses, fina flor do pensamento, deram-lhes o nome de "mostardas"..picantes, ardentes e incómodas...
Eis porque os jesuitas, fieis seguidores..impositores nas casas reais- deram o nome do Nuno a um colégio onde passei 4 anos da minha preciosa juventude, lá para S.Tirso, eis porque deixei de ser católico tradicional.
Fechou-se o ciclo do desconhecimento.
Obrigado companheiro.
MARCEANO VASCONCELOS

 
2009/5/6

JOVITA LADEIRA - Candidatura a Vila Real de Santo António

 
 

Anúncio público da candidatura de Jovita Ladeira

A deputada, Jovita Ladeira, vai fazer o anúncio público da sua candidatura à Presidência da Câmara Municipal de Vila Real de Santo António, no próximo dia 9 de Maio, pelas 18 horas, no espaço exterior da Escola de Hotelaria e Turismo (ex- Escola Primária das meninas) da localidade.

Jovita Ladeira, vai apresentar as principais linhas programáticas da sua candidatura, bem como os diversos cabeça de lista para a Assembleia Municipal e das Assembleias de Freguesia.

Ao acto vão assistir algumas das principais figuras da Federação do PS / Algarve, assim como algumas personalidades de destaque nacional.

O PS convida todos os que queiram estar presentes neste acto, que se pretende constitua um marco de viragem rumo ao novo futuro do concelho vila-realense.

Vila Real de Santo António, 03 Maio de 2009

GAC – Gabinete de Comunicação

 
2009/5/3

SAUDADES DO MEU PORTUGAL [Marceano Vasconcelos]

 
 
 

Saudades do meu Portugal

[3 de Abril de 2009]

 

É óbvio que, sem ofender alguém…, possa dizer o que penso. Não posso...???

É correcto pensar independentemente. Em relação a quê ou a quem …?

É certo nesta nossa cultura ocidental tentar manter uma identidade própria, cultura ou não???. (O conhecimento acumulado, o saber, no seu lato sentido) …

Será óbvio, correcto e certo manter, conservar a saudade do bom. O que nos agrada.

Venham religiões certas ou adulteradas, venham sistemas sociais justos ou não quererem convencer-nos das suas restritas, frágeis opiniões.

Restritas porque pessoais. 

Justas nunca o serão.

Pensemos: por exemplo, classifico-me de anarca-liberal. Choca, … não é este o “campeonato”. Mas quem definiu as regras? Para impôr o contra-senso? A quem? Por exemplo, sou um liberal-anarca…!!! As federações anquilosadas dos assaltantes dos orçamentos de estado, não querem aceitar. Terei de ajustar?

Faz-me este tema lembrar os “especialistas” das várias áreas da actividade humana, sociais, culturais, científicas e outras demais… os vendilhões dos egoísmos especiais… alta definição para tanto ladrão…!!! Um dicionário moderno em construção…              

Executemos: um senso capaz, – um senso... nada tem a ver com a apropriação hipócrita de grupelhos sociais à conquista de poder… – um senso tem a ver com a capacidade equilibrada do pensamento, da arte humana de se ser capaz de induzir e deduzir. Dita, a inteligência humana. Tal “arte”... afinal  já nascida connosco, não a criámos, “inventámos”, mas… utilizam-na  como pretensa arma de arremesso, para o semelhante..!!! Executemos então, com coragem.!!

Concluamos, hoje…:

Liberais porque somos livres. Segundo a nossa consciência.

Anarca, porque a nossa consciência é que manda. Sempre…!

Uma homenagem: o Prof. Agostinho da Silva fez agora 15 anos de se ter ido embora deste circo de palhaços imbecis.

Emigrou… para quem bem o acolheu…

A pessoa que disse, afirmadamente, em língua portuguesa, que nós somos um povo especial.

Talvez… treinados por milenárias culturas que existiram de facto, que viemos aqui para o Tordesilhas, dividir o Mundo ao meio, e a seguir, na nossa metade, demos a outra metade aos nossos concidadãos ibéricos, a partilha do mundo.!!!

A primeira globalidade. A seguir aos lusitanos, aos romanos, aos suevos, aos celtas, aos árabes, aos franceses, aos piratas holandeses e aos aqueles… ingleses.

Perdemos a parada. Mas tentámos. Coração partido.!!

Viremos então o nosso Portugal para a Lusofonia.

Este é o nosso atlântico Destino.

Honra ao Agostinho da Silva, anarca e liberal. Liberal e anarca.

Amante da nossa realidade.

Poderia segui-lo…

Sigo…! Com carinho humano. Grande Homem, não se vendeu!

Não!!!

A História nunca acabará em Portugal.

Há mais quem pense assim e bem!

Há… e são muitos

Mas… têm “medo”…

O medo!!!

O medo de se ser português.