個人檔案RB - ESTUDOS, SA相片部落格清單更多 工具 說明
2008/3/29

RACISMO [Catarina Barroso Pelzer]

Catarina - Aldeia Nova
 

RACISMO

 

[CATARINA BARROSO PELZER - sábado, 29 de Março de 2008]

 

 

A situação que se segue aconteceu num voo da British Airways, entre Joanesburgo (África do Sul) e Londres.

            Uma mulher (branca) de aproximadamente 50 anos chegou ao seu lugar em classe económica. E viu que estava ao lado de um passageiro negro. Visivelmente perturbada, chamou a comissária de bordo.

            - Algum problema, minha senhora? - perguntou a comissária.

- Não vê? - respondeu a senhora - Vocês colocaram-me ao lado de um negro. Não posso ficar aqui. Tem de me arranjar outro lugar.

            - Por favor, acalme-se! - disse a hospedeira - Infelizmente, todos os lugares estão ocupados. Porém, vou ver se ainda temos algum disponível.

            A comissária afasta-se e volta alguns minutos depois.

            - Senhora! como eu disse, não há nenhum outro lugar livre em classe económica. Falei com o comandante e ele confirmou que não temos mais nenhum lugar nem mesmo em classe económica. Temos apenas um lugar em primeira classe.

            E antes que a mulher fizesse algum comentário, a comissária continua:

            - Veja, não é comum que a nossa companhia permita que um passageiro da classe económica se sente na primeira classe. Porém, tendo em vista as circunstâncias, o comandante pensa que seria escandaloso obrigar um passageiro a viajar ao lado de uma pessoa desagradável.

            E, dirigindo-se ao senhor negro, a comissária prosseguiu:

            - Portanto, senhor, caso queira, por favor pegue na sua bagagem de mão, pois reservamos para si um lugar em primeira classe...

            Todos os passageiros que, estupefactos assistiam à cena, começaram a aplaudir, alguns de pé.

            Pode utilizar este escrito para enviar aos seus amigos. Nem todos gostarão, é verdade! Mas a mensagem tem de passar.

            O que me preocupa não é o grito dos maus. É o silêncio dos bons...

  

ORAÇÃO [Marceano Vasconcelos]

Marceano Vasconcelos
    
Oração: Pai, perdoa-os, não sabem o que fazem!!!
sexta-feira, 21 de março de 2008 5:06:58

 

1º. HOJE... o dia do sofrimento,
 "Arma" do sofrimento de defesa e de ataque aos seres humanos, católicos, sofredores, poderei dizer:
Pai, perdoa a quem não entendeu a tua mensagem.
E já agora, hoje é a 2008ª vez que deixas morrer o teu filho, em tua honra. MAIS UMA VEZ..!!
Para seres um pai, não percebes nada desta merda que aqui criaste... como se fosse possível....
E, dizem, eles, protegem a tua mensagem...
 
2º. Hoje...o dia do pensamento,
 Já que é feriado por cá, faz um milagre, deixa que o teu filho, Grande Homem, viva. Em honra da Natureza.
E do respeito, possível, pelo próximo.
Permite... que o nosso Presidente da República vá à China.
Não quero que fiquemos, outra vez, orgulhosamente sós....
Já agora, traz os nossos militares pra casa, desde que não prejudiques os bons prés que usufruem. Finalmente.
A bem deles, mau pró País. Bom prá segurança da República.
Quando irá tal senhor ao Afeganistão???
À China não irá.diz...
Eu não vou julgá-lo...julga-o Tu.!!

3º. Hoje, ...o dia da esperança,
E então, ensina, já agora, aos profissionais das estruturas dos serviços de balcões, que olhem prós clientes.
A facturação da casa..nos resorts variados,
que não virem permanentemente as costas aos clientes.
Será que não querem..?, será que não gostam..?
Barões, mal pagos, o cliente será contudo, culpado??
 
4º. Hoje,...o dia de andar,
Já agora, que gozas de uma feroz maneira com os teus crentes, não permitas que se ajoelhem a estátuas de madeira.
Nas procissões.
Paganismo.
Revê a tua consciência, volta práqui, se quizeres. Nós queremos !!.
Cumpre, e se não cumprires, baza.
Fora com os aproveitamentos.
 
5º. Hoje,...o dia de pagar,
Manda pra aqui algum emissário.
Cobra impostos, aumenta a receita deste Estado.
Qual é a isenção? Do Vaticano?
 
6º. Hoje,...o dia de receber,
É aqui que quero chegar:
Os 16 milhões de contos em Fátima, foram pra onde?
O dobro do orçamento?
Pagaram impostos? Sim, o iva.
E o Vaticano o que disse?
Protestou por tanto dispendio.
 
7º. Hoje,... o dia de pensar:
Ó CRISTO, ANDA CÁ ABAIXO, VER ISTO!!!
Enquanto não vieres,na mesma gosto de ti, mas não acredito.
Nestas gentes.
Mentirosos, falsos e, porventura, traidores de si próprios.
Boa pascoa pra todos.
 
Escrito e assinado.
Marceano."Bill"
 
2008/3/21

EUA: o ''Big Bang'' financeiro [Rogério Barroso]

200608301000 - RB na Aldeia Nova - grande plano

 

EUA: o ''Big Bang'' financeiro

[Entre a quinta feira das procissões e a sexta feira de paixão, em Sevilha – 21 de Março de 2008]

 

 

Sim, asseguro! No longo prazo, acumulam-se factores de uma crise que poderá levar a economia capitalista mundial – independentemente da capacidade de atenuá-la pelos bancos centrais e organismos de coordenação internacionais – a uma desaceleração destrutiva

[A. Barroso, inRumo a uma desaceleração global?”, em 24de Maio de 2006]

 

 

A economia política é uma ciência essencialmente histórica, portanto sempre sujeita a mudanças, sentenciou Friedrich Engels, a qual possibilita captar as principais tendências de relação do perene movimento entre a economia e a sociedade.

            Ora, desde 2005, vêm convergindo factores de uma severa crise financeira centrada nos EUA.

Começaram a encher quatro “bolhas”: a imobiliária, a das “commodities”, a dos activos financeiros e a das moedas periféricas (de outros países que se apoiam ou intervém na economia e nas finanças do brutal gigante americano, para o salvarem do descalabro completo).

Associaram-se a “alavancagem” especulativa e o “desfiar” de uma rede global de derivativos (inovações financeiras operantes no futuro), derivativos esses baseados em hipotecas sem garantias de pagamento (“subprime”).

Detonou-se, assim, uma bomba de teor explosivo ignorado. Ou cavou-se um “buraco negro” na órbita do planeta financeiro americano, o qual estilhaça uma miríade de “galáxias”. Tudo isto foi sancionado por bancos internacionais dos mais ricos e dos mais importantes nesse mundo das “finanças internacionais” do ocidente.

Em consequência, o comércio desses derivativos, segundo o Banco de Compensações Internacionais (BIS), já excede hoje os 500 triliões de dólares americanos ou 300 milhões de milhões de euros.

O conhecido “mega-especulador” internacional (escudado nos EUA) Warren Buffet chama a esses derivativos de crédito as “armas financeiras de destruição em massa”.

            Mas, só agora, o liberal norte-americano Paul Krugman reclama contra o que já se sabia, cheio de irritação. Diz ele que a injecção, nos primeiros dias deste mês de Março, de 400 biliões de dólares americanos no rodopio financeiro do “gigante louco” aparenta “ser muito dinheiro, mas ainda é pouco, em vista das dimensões do problema”.

Para Krugman, o actual “débacle” “cada vez mais se está configurando como uma das grandes crises financeiras da história”. A decisão crucial do próximo governo norte-americano será, segundo ele, saber “que partes do sistema financeiro socorrer, como pagar as contas para fazer a limpeza da confusão criada e como explicar os seus actos a um público enfurecido”.

            Nas contas da “Standard's & Pool's”, em Fevereiro passado, as Bolsas de todo o globo recuperaram 456 biliões de dólares americanos. Porém, nestes dois primeiros meses do ano, o prejuízo soma nada menos que 4,741 milhões de milhões de dólares americanos. E não há mais dúvidas: o estudo do “Wall Street Journal” conclui que, de cinquenta e um economistas entrevistados entre 7 e 11 de Março, trinta e sete (71%) deles afirmaram estarem os EUA em recessão (pelos critérios técnicos dos ianques, bastam dois trimestres consecutivos de índice económico negativo).

            Tudo porque os chamados “investidores” - que são aqueles cavalheiros que, em qualquer parte do mundo, vivem à custa do trabalho dos que trabalham - resolveram “abandonar o barco que nem ratos”, não sem – na percepção do risco sistémico – “realizarem lucros em activos emergentes e accionistas, cobrarem dívidas problemáticas e, com o restante, comprarem títulos do Tesouro americano”.

            No domingo passado (16 de Março de 2008) o grande banco norte-americano “JPMorgan” anunciou que comprará o rival “Bear Stearns” – entretanto moribundo pela insolvência, sendo o quinto maior banco de investimento dos EUA, no centro da crise de crédito americana. Em consequência, as Bolsas do mundo desabaram.

A crise financeira “vai durar bastante” tempo e terá ''graves consequências”, afirmou, na segunda-feira passada, o director–geral do FMI, Strauss-Kahn. “Não há desconexão” entre países desenvolvidos e emergentes, mas sim um “tempo diferente” na crise, concluiu ele.

            Uma vez iniciado o pânico, logo os “parolos e os morcões” – chamados nas nossas televisões, rádios e jornais como analistas, comentadores, especialistas e outras porras mais, que só servem para “chular” àquele que trabalha mais alguns dos seus parcos tostões - passaram a falar em “regulação” financeira. Mas, na verdade, aquilo que é incontornável é que nem FMI, nem BIS, nem mesmo os bancos centrais dos países da esfera norte-americana, sabem o que fazer. Tornaram-se escravos dos mercados da riqueza.

            À beira de terem que sair do Iraque mais uma vez derrotados, os capitalistas norte-americanos vão agora começar a vender armas ao Kosovo.

            Mas agora é tarde demais: começou a ruína, a qual, na Europa, será tanto maior e mais rápida, quanto nela se conseguir aguentar o capitalismo norte-americano, demasiado abalado pela fraqueza genital das finanças de Estado, operada por sucessivas guerras genocidas de crueldade incomparável, que o Exército americano vai perdendo sucessivamente.

Não é necessário esperarem para ver: basta estarem atentos para ver.

2008/3/14

NÓS ESTAMOS [Marceano Vasconcelos]

Marceano Vasconcelos
    

Nós estamos

Sempre presentes

Nós estamos,

Sempre,

Aqui...

 

Para a Graça Arrimar

Beijos.

Graça Arrimar - grande plano

São pessoas que dedicam algum carinho e algum tempo «à gente».

Beijinhos.

2008/3/12

A SOCIAL-TRAIÇOEIRICE [Rogério Barroso]

 

RB em Sevilha

A SOCIAL-TRAIÇOEIRICE

[Rogério Barroso – na quarta-feira, 12 de Março de 2008, chegado de Sevilha, a seguir a um arrozinho de “bacon” com verduras que serviu de almoço]

 

            Na Serra do Pilar ficam os olhos de quem olha a cidade do Porto, vindo de sul.

            A Serra do Pilar foi a placa giratória da revolução de Abril de 1974 para todo o norte de Portugal. A Serra do Pilar é cantada de forma sublime pelo Rui Veloso: «Quem vem e atravessa o rio...».

            Nas ribanceiras da Serra do Pilar, que, viradas ao norte, dão por sobre o Douro, quase beijando as velas dos “rabelos” que dantes lhe passavam diante, carregados de tonéis de vinho do Porto quando este só era produzido nas encostas escarpadas da Régua, do Pinhão e por aí acima, nessas ribanceiras de Gaia voltadas para os “tripeiros”, nasceram, uma após outra, muitas casas de habitação de gente que, acreditando na revolução qu’havia de vir ou que já tinha vindo, gastou ali os seus parcos haveres ou o que pediu a vizinhos, à família ou até a bancos.

            Uma vez aasas feitas, e de acordo com os seus direitos constitucionais, tais gentes dirigiram-se à Câmara Municipal de Gaia, então dirigida por malta do Partido Socialista, e trataram do que lhes foi exigido, para que as casas fossem «legalizadas».

            Esses inseguros e insapientes dirigentes ditos socialistas – ainda assim, honra lhes seja feita! – como não tinham nessa Câmara – nem nas restantes do país cuja maioria dirigiam – um gabinete de recuperação de clandestinos - coisa muito própria dos municípios dirigidos pelos comunistas, como é natural, porque este partido foi aquele que sempre se identificou ideologicamente com os mais desfavorecidos e com os mais descapacitados -, creio eu que de boa fé indicaram aos que erigiram as suas casas em tão belas barreiras que deviam ir às Finanças declarar as construções, além de que deviam requisitar para ali os ramais e o fornecimento de energia eléctrica, de água canalizada e as ligações à rede de esgotos.

            As tais ditas pessoas assim fizeram há dezenas de anos. Em cada qual das casas passou a haver um lar dessas gentes e das suas famílias.

            O Fisco bem aceitou os manifestos e, até hoje, bem cobrou os respectivos impostos.

            E assim, tudo veio decorrendo na melhor das maravilhas, até à altura que, há meses, um tal Amorim da cortiça e uma gajada proveniente das bafientas heranças dos velhos Espírito Santo, em troca de apoiarem a candidatura do «rolinha choramingante» de Gaia à presidência do PPD/PSD, lhe exigiram a demolição dessas todas casas, para poderem ali erigir uma data de condomínios de luxo, como aconteceu no local da antiga sede da PIDE/DGS em Lisboa.

            Vai daí,– note-se que, até anteontem de manhã, ainda não havia qualquer deliberação tomada pela reunião da Câmara Municipal nesse sentido – o presidente da câmara de Gaia ordenou - presidente esse que é o mesmo que, na semana passada, se foi meter no seio de uma manifestação de professores contra o actual governo do antigo dirigente da juventude social-democrata de Castelo Branco, José Sócrates, também conhecido por engenheiro – ordenou, dizia eu, que se remetessem cartas da Câmara Municipal de Gaia aos proprietários das ditas casas na Serra do Pilar para que as desocupassem de imediato, no sentido de as mesmas virem a ser demolidas.

            Vejam o que é esta gajada sem vergonha que exerce o Poder em Portugal: aceitaram os pedidos daquela rapaziada da Serra do Pilar, indicaram-lhes que deviam requisitar os fornecimentos e serviços municipais e estaduais, cobraram-lhes sempre tais fornecimentos e prestações, cobraram-lhes impostos e taxas, e agora querem pô-los na rua. Gente danada! Gente danada!!!...

            Esta gente do Poder não é traidora, porque não estão a trair. Não estão a trair os da sua classe, os da sua família, os do seu grupo.

            Esta gente do Poder não é traidora, mas é traiçoeira. Cuidado com eles.

            Deixo-vos um pequeno conselho: quando puderem, deixem de votar e deixem de pagar impostos.

MÃOS [Graça Arrimar]

Graça Arrimar - grande plano
 
 Queridos amigos;
 
  Estar com os que partilham preocupações comuns, ideias e até palavras...é, no mínimo, um prazer.
  Obrigada pelo poema a dois. Gostei muito.
  O meu poema num abraço comum.
 
  Mãos
 
Onde estão...
as mãos de todos
onde estão...
de afagos húmidos
onde estão...
de gestos longos
onde estão...
as mãos do mundo
onde estão.
 
(Graça Arrimar, "Nos braços do vento")
2008/3/9

ESTAR... (Poesia a dois) [Marceano Vasconcelos e Rogério Barroso]

Marceano Vasconcelos                                                 Graça Arrimar - grande plano                                               RB em Sevilha
 

ESTAR...

[Marceano Vasconcelos e Rogério Barroso, às zero e trinta e um da madrugada de domingo, 9 de Março de 2008, na Aldeia Nova, para abraçarmos a Graça Arrimar no mesmo abraço]

 

Hoje estamos longe,

Aqui, estamos.

Ao longo desta planície encantada...

Por enquanto, ficamos.

Ficamos entre as urzes e o voo das abelhas,

Nas areias do deserto, “sur la plage”...

Neste deserto de ideias que nos rodeia.

Criar é difícil, andar é fácil,

Mas amar é essencial!

 

Separemos os temas, os teoremas:

Estar,

Ficar,

Rodear,

Criar, andar,

Amar...

Temas separados...

Vamos continuar...

 

Devemos ouvir quem fala, ou apenas quem pensa?

Devemos ouvir quem diz, quem quer, quem está.

Queremos saber onde está a insegurança

De uma pessoa segura,

Ou de uma segurança de pessoa...

Que está!

 

Devemos achar o escondido atrás das rochas da praia?

Devemos encontrar os sonhos derrubados no penhasco?

Devemos comunicar contra a parede fria?

Devemos analisar a génese no final dos versos?

 

Devemos estar?

Ou devemos ser?

Ou devemos ter?

 

E se estar não é ser, será que se se é se se tem?

E se se tem está-se?

 

Olha! Estamos aqui, “together”...

Juntos, sempre, e bem!

  

 

2008/3/7

NINGUÉM É PERFEITO [Marceano Vasconcelos]

Marceano Vasconcelos
 
Marceano
05-03-2008 0:27:12
Ninguém é perfeito.
A virtude, à nossa escala, fica na tentativa de o querer ser.
Tentar custa, a perfeição será, para nós, inatingível.
Ninguém é perfeito.
A intenção basta.
Mas é preciso querê-la.
Mais custa não a esquecer.
É o que custa mais.
Por supuesto!
 
2008/3/2

VEM AO ALGARVE - MARÇO DE 2008 [Rogério Barroso]

RB - jovial 
Inté parece que a Região de Turismo do Algarve
 já terá abandonado a parvoíce do
ALLgarve...