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2008/2/28 FINALMENTE [Marceano Vasconcelos]
FINALMENTE [Marceano Vasconcelos – quarta-feira, 27 de Fevereiro de 2008]]
Título literário...Plágio, (do "finalmente" que não é).
Alô companheiro! Bom dia, folgo muito, a sério, que por aqui navegues. Porque, por ali e por aqui, quem não deve, não teme. Não tememos nem devemos. “Se vera”... Perante tal obra..., “se vera”.
Obra é obra. P’r’álém do canal do estado e seus palhaços, magros ou gordos. Que não nos largam. Como é que se chama?
Vamos ver o que é que estes protagonistas darão a Portugal.
Por acaso, antes de chegar à TV, já vinha pensando no tema. Que apoio e respingo. A 90%. Porque, segundo se sabe, não é uma fundação, são duas!
FUI À TROPA, COMO TU E MUITOS MAIS. Conhecemos a África onde estivemos. E os demais. E respeitámos a bandeira. Até com amor. E enquanto, antes, estive na Bélgica, nos anos sessenta, durante 6 anos, soube tudo. Soube tudo, quase tudo... Não sou um deus católico.
Aqui, hoje e agora, explicitamente, digo: Mário Soares foi um estadista quanto baste. Acreditámos, seguimos o estadista. Agora, “please”, vá à pesca. Mas parece que não. Porventura quererá ser um Fidel. Só que há “una diferencia”: estamos na Europa. A progenitura deste senhor está protegida, deixe-nos respirar. Retire-se, em honra. Já fez o que tinha a fazer. Senão, poremos um papelinho debaixo dum seu cocktail, escrevendo: "A tua presença é incómoda. Finge que vais mijar e baza. Deixa-nos viver"
Tenho dito, por hoje. Abrz. 2008/2/27 CONTRIBUTO DE MARINHO PINTO PARA A BIOGRAFIA DE MÁRIO SOARES [Pedro Cabeçadas]
CONTRIBUTO DE MARINHO PINTO PARA A BIOGRAFIA DE MÁRIO SOARES [Pedro Cabeçadas - quarta-feira, 27 de Fevereiro de 2008]
Obrigado senhor Bastonário, gosto da sua frontalidade, precisamos de HOMENS como o Senhor. Vamos ler então, o que escreveu em 2000. A MIM, ESTE SENHOR NUNCA ENGANOU. O QUE ESTANHO, É VERIFICAR QUE FOI, OU AINDA É, CONSIDERADO UM "HEROI NACIONAL. AS VOLTAS DA NORA... Agora acusam o homem de não referir casos concretos... Mas quando ele os referiu, o que foi que fizeram......???? Interessante! Sem dúvida!
«MÁRIO SOARES [Por António Marinho (advogado e jornalista) in «Diário do Centro», de 15 de Março de 2000]
MÁRIO SOARES E ANGOLA A polémica em torno das acusações das autoridades angolanas segundo as quais Mário Soares e seu filho João Soares seriam dos principais beneficiários do tráfico de diamantes e de marfim levados a cabo pela UNITA de Jonas Savimbi, tem sido conduzida na base de mistificações grosseiras sobre o comportamento daquelas figuras políticas nos últimos anos. Espanta desde logo a intervenção pública da generalidade das figuras políticas do país, que vão desde o Presidente da República até ao deputado do Bloco de Esquerda, Francisco Louçã, passando pelo PP de Paulo Portas e Basílio Horta, pelo PSD de Durão Barroso e por toda a sorte de fazedores de opinião, jornalistas (ligados ou não à Fundação Mário Soares), pensadores profissionais, autarcas, «comendadores» e comentadores de serviço, etc. Tudo como se Mário Soares fosse uma virgem perdida no meio de um imenso bordel. Sei que Mário Soares não é nenhuma virgem e que o país (apesar de tudo) não é nenhum bordel. Sei também que não gosto mesmo nada de Mário Soares e do filho João Soares, os quais se têm vindo a comportar politicamente como uma espécie de versão portuguesa da antiga dupla haitiana «Papa Doc» e «Baby Doc». Vejamos então por que é que eu não gosto dele(s). A primeira ideia que se agiganta sobre Mário Soares é que é um homem que não tem princípios mas sim fins. É-lhe atribuída a célebre frase: «Em política, feio, feio, é perder». São conhecidos também os seus zigue-zagues políticos desde antes do 25 de Abril. Tentou negociar com Marcelo Caetano uma legalização do seu (e de seus amigos) agrupamento político, num gesto que mais não significava do que uma imensa traição a toda a oposição, mormente àquela que mais se empenhava na luta contra o fascismo. JÁ DEPOIS DO 25 DE ABRIL, ASSUMIU-SE COMO O HOMEM DOS AMERICANOS E DA CIA EM PORTUGAL E NA PRÓPRIA INTERNACIONAL SOCIALISTA. Dos mesmos americanos que acabavam de conceber, financiar e executar o golpe contra Salvador Allende no Chile e que colocara no poder Augusto Pinochet. Mário Soares combateu o comunismo e os comunistas portugueses como nenhuma outra pessoa o fizera durante a revolução e FOI AMIGO DE NICOLAU CEAUCESCU, FIGURA QUE CHEGOU A APRESENTAR COMO MODELO A SER SEGUIDO PELOS COMUNISTAS PORTUGUESES. Durante a revolução portuguesa andou a gritar nas ruas do país a palavra de ordem «Partido Socialista, Partido Marxista», mas mal se apanhou no poder meteu o socialismo na gaveta e nunca mais o tirou de lá. Os seus governos notabilizaram-se por três coisas: políticas abertamente de direita, a facilidade com que certos empresários ganhavam dinheiro e essa inovação da austeridade soarista (versão bloco central) que foram os salários em atraso.
INSULTO A UM JUIZ Em Coimbra, onde veio uma vez como primeiro-ministro, foi confrontado com uma manifestação de trabalhadores com salários em atraso. Soares não gostou do que ouviu (chamaram-lhe o que Soares tem chamado aos governantes angolanos) e alguns trabalhadores foram presos por polícias zelosos. Mas, como não apresentou queixa (o tipo de crime em causa exigia a apresentação de queixa), o juiz não teve outro remédio senão libertar os detidos no próprio dia. Soares não gostou e insultou publicamente esse magistrado, o qual ainda apresentou queixa ao Conselho Superior da Magistratura contra Mário Soares, mas sua excelência não foi incomodado. Na sequência, foi modificado o Código Penal, o que constituiu a primeira alteração de que foi alvo por exigência dos interesses pessoais de figuras políticas. Soares é arrogante, pesporrento e malcriado. É conhecidíssima a frase que dirigiu, perante as câmaras de TV, a um agente da GNR em serviço que cumpria a missão de lhe fazer escolta enquanto presidente da República durante a Presidência aberta em Lisboa: «Ó Sr. Guarda! Desapareça!». Nunca, em Portugal, um agente da autoridade terá sido tão humilhado publicamente por um responsável político, como aquele pobre soldado da GNR. Em minha opinião, Mário Soares nunca foi um verdadeiro democrata. Ou melhor é muito democrata se for ele a mandar. Quando não, acaba-se imediatamente a democracia. À sua volta não tem amigos, e ele sabe-o; tem pessoas que não pensam pela própria cabeça e que apenas fazem o que ele manda e quando ele manda. Só é amigo de quem lhe obedece. Quem ousar ter ideias próprias é triturado sem quaisquer contemplações. Algumas das suas mais sólidas e antigas amizades ficaram pelo caminho quando ousaram pôr em causa os seus interesses ou ambições pessoais. Soares é um homem de ódios pessoais sem limites, os quais sempre colocou acima dos interesses políticos do partido e do próprio país. Em 1980, não hesitou em APOIAR OBJECTIVAMENTE O GENERAL SOARES CARNEIRO CONTRA EANES, NÃO POR RAZÕES POLÍTICAS MAS DEVIDO AO ÓDIO PESSOAL QUE NUTRIA PELO GENERAL RAMALHO EANES. E como o PS não alinhou nessa aventura que iria entregar a presidência da República a um general do antigo regime, Soares, em vez de acatar a decisão maioritária do seu partido, optou por demitir-se e passou a intrigar, a conspirar e a manipular as consciências dos militantes socialistas e de toda a sorte de oportunistas, não hesitando mesmo em espezinhar amigos de sempre como Francisco Salgado Zenha. Confesso que não sei por que é que o séquito de prosélitos do soarismo (onde, lamentavelmente, parece ter-se incluído agora o actual presidente da República (Mário Soares), apareceram agora tão indignados com as declarações de governantes angolanos e estiveram tão calados quando da publicação do livro de Rui Mateus sobre Mário Soares. NA ALTURA TODOS METERAM A CABEÇA NA AREIA, INCLUINDO O PRÓPRIO CLÃ DOS SOARES, E NEM TUGIRAM NEM MUGIRAM, APESAR DE AS ACUSAÇÕES SEREM ENTÃO BEM MAIS GRAVES DO QUE AS DE AGORA. POR QUE É QUE JORGE SAMPAIO SE CALOU CONTRA AS «CALÚNIAS» DE RUI MATEUS?».
«DINHEIRO DE MACAU» Anos mais tarde, um senhor que fora ministro de um governo chefiado por MÁRIO SOARES, ROSADO CORREIA, vinha de Macau para Portugal com uma mala com dezenas de milhares de contos. *A proveniência do** dinheiro era tão pouco limpa que um membro do governo de Macau, ANTÓNIO **VITORINO, *foi a correr ao aeroporto tirar-lhe a mala à última hora. Parece que se tratava de dinheiro que tinha sido obtido de empresários chineses com a promessa de benefícios indevidos por parte do governo de Macau. Para quem era esse dinheiro foi coisa que nunca ficou devidamente esclarecida. O caso EMAUDIO (e o célebre fax de Macau) é um episódio que envolve destacadíssimos soaristas, amigos íntimos de Mário Soares e altos dirigentes do PS da época soarista. MENANO DO AMARAL chegou a ser responsável pelas finanças do PS e Rui Mateus foi durante anos responsável pelas relações internacionais do partido, ou seja, pela angariação de fundos no estrangeiro. Não haveria seguramente no PS ninguém em quem Soares depositasse mais confiança. Ainda hoje subsistem muitas dúvidas (e não só as lançadas pelo livro de Rui Mateus) sobre o verdadeiro destino dos financiamentos vindos de Macau. No entanto, em tribunal, os pretensos corruptores foram processualmente separados dos alegados corrompidos, com esta peculiaridade (que não é inédita) judicial: os pretensos corruptores foram condenados, enquanto os alegados corrompidos foram absolvidos. Aliás, no que respeita a Macau só um país sem dignidade e um povo sem brio nem vergonha é que toleravam o que se passou nos últimos anos (e nos últimos dias) de administração portuguesa daquele território, com os chineses pura e simplesmente a chamar ladrões aos portugueses. E isso não foi só dirigido a alguns colaboradores de cartazes do MASP que a dada altura enxamearam aquele território. Esse epíteto chegou a ser dirigido aos mais altos representantes do Estado Português. Tudo por causa das fundações criadas para tirar dinheiro de Macau. Mas isso é outra história cujos verdadeiros contornos hão-de ser um dia conhecidos. Não foi só em Portugal que Mário Soares conviveu com pessoas pouco recomendáveis. Veja-se o caso de BETINO CRAXI, o líder do PS italiano, condenado a vários anos de prisão pelas autoridades judiciais do seu país, devido a graves crimes como corrupção. Soares fez questão de lhe manifestar publicamente solidariedade quando ele se refugiou na Tunísia. Veja-se também a amizade com Filipe González, líder do Partido Socialista de Espanha que não encontrou melhor maneira para resolver o problema político do país Basco senão recorrer ao terrorismo, contratando os piores mercenários do lumpen e da extrema direita da Europa para assassinar militantes e simpatizantes da ETA. Mário Soares utilizou o cargo de presidente da República para passear pelo estrangeiro como nunca ninguém fizera em Portugal. Ele, que tanta austeridade impôs aos trabalhadores portugueses enquanto primeiro-ministro, gastou, como Presidente da República, milhões de contos dos contribuintes portugueses em passeatas pelo mundo, com verdadeiros exércitos de amigos e prosélitos do soarismo, com destaque para jornalistas. São muitos desses «viajantes» que hoje se põem em bicos de pés a indignar-se pelas declarações dos governantes angolanos. Enquanto Presidente da República, Soares abusou como ninguém das distinções honoríficas do Estado Português. Não há praticamente nenhum amigo que não tenha recebido uma condecoração, enquanto outros cidadãos, que tanto mereceram, não obtiveram qualquer distinção durante o seu «reinado». Um dos maiores vultos da resistência antifascista no meio universitário, e um dos mais notáveis académicos portugueses, perseguido pelo antigo regime, o Prof. Doutor Orlando de Carvalho, não foi merecedor, segundo Mário Soares, da Ordem da Liberdade. Mas alguns que até colaboraram com o antigo regime receberam as mais altas distinções. Orlando de Carvalho só veio a receber a Ordem da Liberdade depois de Soares deixar a Presidência da República, ou seja logo que Sampaio tomou posse. A razão foi só uma: Orlando de Carvalho nunca prestou vassalagem a Soares e Jorge Sampaio não fazia depender disso a atribuição de condecorações.
FUNDAÇÃO COM DINHEIROS PÚBLICOS A pretexto de uns papéis pessoais cujo valor histórico ou cultural nunca ninguém sindicou, Soares decidiu fazer uma Fundação com o seu nome. Nada de mal se o fizesse com dinheiro seu, como seria normal. Mas não; acabou por fazê-la com dinheiros públicos. SÓ O GOVERNO, DE UMA SÓ VEZ DEU-LHE 500 MIL CONTOS E A CÂMARA DE LISBOA, PRESIDIDA PELO SEU FILHO, DEU-LHE UM PRÉDIO NO VALOR DE CENTENAS DE MILHARES DE CONTOS. Nos Estados Unidos, na Inglaterra, na Alemanha ou em qualquer país em que as regras democráticas fossem minimamente respeitadas muita gente estaria, por isso, a contas com a justiça, incluindo os próprios Mário e João Soares e as respectivas carreiras políticas teriam aí terminado. Tais práticas são absolutamente inadmissíveis num país que respeitasse o dinheiro extorquido aos contribuintes pelo fisco. Se os seus documentos pessoais tinham valor histórico Mário Soares deveria entregá-los a uma instituição pública, como a Torre do Tombo ou o Centro de Documentação 25 de Abril, por exemplo. Mas para isso era preciso que Soares fosse uma pessoa com humildade democrática e verdadeiro amor pela cultura. Mas não. Não eram preocupações culturais que motivaram Soares. O que ele pretendia era outra coisa. Porque as suas ambições não têm limites ele precisava de um instrumento de pressão sobre as instituições democráticas e dos órgãos de poder e de intromissão directa na vida política do país. A Fundação Mário Soares está a transformar-se num verdadeiro cancro da democracia portuguesa.» 2008/2/25 A MEMÓRIA DE UM SONHO [Graça Arrimar]Olá amigo Barroso;
Obrigada pela oportunidade da partilha de textos que tu e os teus amigos criam por estas páginas. Nem sempre, temos a coragem suficiente para dizer o que sentimos e revermo-nos nos textos de outros é uma sensação boa. É um privilégio ter-vos por amigos.
Ler-vos é como fazer longas caminhadas pela vida que temos e, ao mesmo tempo, longas viagens ao mundo do conhecimento.
Deixo-te mais um poema e obrigada pela associação da "ilha" à voz de Nana Mouskoury. Gostei de me ler ao som da belíssima interpretação.
Uma boa semana e fica com o meu poema intitulado "A memória de um sonho", que faz uma evocação aos Templários.
Lembrei-me deste poema, depois de ter visto as lindíssimas fotos sobre o Castelo de Almourol, enviadas por ti.
A memória de um sonho
A Oriente o sonho
e a cavalaria a ditar
as regras de lealdade.
No peito
Jerusalém
e os destemidos
do Templo
em cruzadas de fé
cumpriram juramentos
nesta casa sagrada
de paredes ameadas
imortalizando
em Cristo
a memória de um sonho.
(Graça Arrimar, "Tomar, um rio de vida") 2008/2/22 CERREM OS DENTES [Rogério Barroso]
CERREM OS DENTES [Rogério Barroso, à hora de almoço do dia 22 de Fevereiro de 2008, depois de regressar dos exames à saúde, no Hospital de Faro]
De ontem para hoje, a comunicação social do regime encheu-nos com um alerta da SEDES. Dizem estes colaboracionistas que dizem de si próprios serem jornalistas, que se trata (a SEDES) de uma organização cívica já muito antiga, mas que eu quero lembrar que foi fundada pelos então principais estripadores do povo português e da vontade revolucionária então existente. Se têm dúvidas, amigos!, vão aos jornais da época e tirem-nas. Está tudo aí, na consulta pela Internet. Tal alerta, que vem na sequência de um outro deixado há cerca de um mês pelo general Garcia Leandro, que agora é qualquer coisa presidente de um qualquer observatório da segurança etcetera, diz que estamos no dealbar de uma crise social, cujas consequências futuras são difíceis de prever. Isto é: primeiro, a SEDES sabe que Portugal está numa crise, segundo, a SEDES sabe que essa crise está no início, terceiro, a SEDES não sabe como vai ser o termo da crise, quarto, a SEDES não consegue prever as consequências da crise. Isto faz-me lembrar uma história que se terá passado em Chipre, no tempo da segunda guerra, segundo a qual havia, na ilha, um bando de gatunos cuja actividade fez deslocar para ali (em gozo de férias disfarçadas, é claro!) uma “mão cheia” de polícias do FBI, da Interpol, da Scotland Yard e outras, para lhes dar caça. Mas, como nunca se conseguiu apanhar nenhum, houve mais tarde a desculpa de que os gatunos eram tão espertos, tão espertos, que os polícias não sabiam nem quem eram, nem onde é que moravam nem, sequer, o que roubavam. Em consequência, os editores, produtores, realizadores e locutores da comunicação social do regime, sempre prestimosos, veneradores e obrigados, organizaram toda a manhã de hoje uns “fóruns” onde algumas dezenas de pessoas do povo português emitiram as suas opiniões, mas enquadradas estas por umas perguntas tendenciosas que sempre são apregoadas antes de esses “fóruns” serem dados à estampa, em directo para os ouvintes e telespectadores. De tal forma que, sempre que um ouvinte ou outro se preparava para tocar nos verdadeiros pontos de origem da crise, apareceu sempre uma senhora ou um senhor, em nome da estação emissora, a interrompê-los, qu’aqui d’el-rei! O falador do povo se está a afastar do tema. Não haverá melhor exemplo do que vale a mencionada “democracia” para os mentores do regime. Até o senhor de Boliqueime, agora eleito para presidente da República, apareceu logo a “lavrar a sua sentença”, que nisto da “reforma da saúde” não pode ser o governo sozinho a ser responsável, que o povo também tem que responsabilizar-se, e outras patacoadas próprias de um tipo tão conhecido neste país, e que sempre “cada cavadela minhoca”. Os portugueses que votaram, votaram nele. Estes portugueses têm a obrigação de o perceber. Algum de vocês, portugueses que votaram nele!, conseguirá explicar-me se o que ele quer dizer com a treta de todos os portugueses deverem responsabilizar-se pelas reformas governamentais da saúde quer dizer que o povo deve deixar de ter doenças, talvez porque a saúde tenha deixado de ser um “direito constitucional” e tenha passado a ser um dever? É porque foram “bocezes” que votaram nele, que votaram nos outros todos políticos que agora querem arrasar e fazer desaparecer do mapa. Por mais que tenham razão em reconduzir essa tropa ao seu verdadeiro lugar de incapacitados energúmenos, não tenham também dúvida nenhuma, portugueses que votaram neles!, de que só “bocezes” é que são não só responsáveis, como sobretudo culpados. Agora aguentem-se! Não chorem, não gritem! Cerrem simplesmente os dentes e aguentem a dor, p’ra não incomodarem o vizinho com os vossos latidos. Mas não cerrem os dentes só depois de ferrar, como queria há bocado o meu amigo Marceano, senão não chegam a ferrar. Cerrem sempre os dentes antes de ferrar, coma presa já entre os lábios. Esta crise já vem do tempo da SEDES, já vem de antes, do tempo dos ditadores Caetano e Salazar. Tem sido alimentada constantemente pelos governos do “socialismo em liberdade” e da “social-democracia envasada”. Assim tem que ser, para se cumprirem os ditames do capitalismo que tão bem tem protegido os seus lacaios, seguidores e jagunços. Vejam os ganhos deles, sejam lucros, juros, rendas, salários ou pensões! Vejam para onde vai todo o dinheiro da despesa pública e como é que ele é dividido. Vejam, por exemplo, no Orçamento de Estado, que até é publicado por essa gajada do poder com antecedência mínima de um mês antes de o respectivo ano começar, e que eu sempre mando enviar às pessoas que são meus correspondentes na Internet (e pode-o ser qualquer pessoa do mundo, nomeadamente “bocezes”, portugueses que votam neles!. PARA PER5CEBERMOS!... OU NÃO QUEREMOS? [Marceano Vasconcelos]Para percebermos!... 0u não queremos? [Marceano Vasconcelos, na madrugada de 22 de Fevereiro de 2008]
E se um dia formos chamados ao exercício, afirmo: a entrega mental é honestidade. será válida se assim fôr, ao natural. Porque somos filhos da Natureza.
De certeza absoluta!!
Mas.., os abusadores irão- (do verbo ir..)- de castigo. O "tempo" não perdoa. Estamos no séc. XXI!! Porra! Cultivem-se, isto, apreendam a realidade cósmica.
Um beijo sorridente!! E muita esperança. Tudo se resolve! E alguma parcimoniosa humildade. E então sorrimos, alegremente. É o que precisa a nossa mente.
Ahora me voy. Hasta! CASCAIS - CAPITAL DE PORTUGAL [Marceano Vasconcelos]Não consegui hoje enviar-te o meu comentário no Faro Este, esta merda é complicada.
Tenho outras disponibilidades, para já, para sobreviver... O post é sobre... José Apolinário/Manuel Luis/Pedro Cabeçadas. O de ontem, 21. Sinal sonoro??? Não há placa de som. Portugal irá longe...com estes amigos ..e com aqueles políticos. Cheira a bolor!!! Mas para fazer a penicilina será preciso destrui-lo!! Então é como as drogas. Matam-se as árvores, y despues se vera. Mas isso é, redundantemente ilegal. Claro!! Este com. é particular.................... O comentário, no blogg, chega, penso! Abrzs ____________________________________________________ A capital de Portugal não é Guimarães pelo simples facto que vou narrar: quando o AFONSO HENRIQUES foi conquistar Lisboa, com a ajuda dos cruzados, trouxe a sua família e pô-la a banhos numa praia da linha. E ao fim do dia, de cada batalha, ia para casa. Desavenças familiares permanentes com a senhora sua mãe, redundavam em conflito total: meu filho, porque me cascais?? 3:59 AM 2008/2/19 ENCRUZILHADA [Rogério Barroso]ENCRUZILHADA [ROGÉRIO BARROSO, depois de almoçar sob o sol quente da Aldeia Nova, a meio de uma tarde de Inverno, no dia 19 de Fevereiro de 2008]
I – O CANTO DO CISNE Sócrates (conhecido pelo “pensador das notas de cinquenta”) foi à veneranda RTP 1 (ou RTPum) dar uma entrevista. Segundo os habituais comentaristas oficiais do regime democrático, não disse nada de novo, com excepção de ter aberto (neste caso, fechado, por causa da etimologia da palavra) um “tabu”, quando deixou sem resposta concreta de “sim” ou “não” a pergunta de se se iria ou não candidatar a primeiro-ministro daqui a ano e meio. Vem, mais uma vez, a talhe de foice referir aos meus leitores que não há candidaturas a primeiro-ministro, pela singela razão de que, de acordo com a constituição da república e de facto, não há eleições para primeiro-ministro. Em Portugal, o governo não é eleito. Assim, se o Sócrates – ou qualquer outro imbecil – se candidatasse a primeiro-ministro, candidatava-se a “porra nenhuma”. A maioria dos portugueses não sabe isto e está convencida do contrário. Portanto, a maioria dos portugueses não sabe votar. A lei eleitoral devia condicionar o voto aos que não sabem votar e aos que não pagam impostos (que é o meu caso!). Eu assumo voluntariamente tal inibição; aos restantes, devia ser-lhe imposto. Aliás, se nenhum de nós votasse nem pagasse impostos, não havia partido que se apresentasse às eleições, com a vantagem, para todo o povo, de nos vermos livres desses figurões. Mas,... adiante! À pala de tal vacatura de discurso, apareceram os tais (já citados) habituais comentaristas oficiais do regime democrático, mais uns tantos locutores, apresentadores e jornalistas de jornais – agora tem que se dizer assim, porque parece que há uma coisa que se chama a “imprensa falada” (e se o Guttemberg fosse vivo, einh!) – mais os pontas-de-lança dos partidos, todos em quase uníssono, a dizer que aquilo não foi uma entrevista, mas um discurso eleitoralista. Tal comentário até estará certo, mas o que ressalta importantemente não deve ser isso – porque isso já era o que se esperava e parece ser um direito democrático que, para ser exercido, nem sequer necessita de o ser com a verdade! – mas o critério dito jornalístico, segundo o qual só este passarão e os seus equivalentes, nomeadamente dos restantes partidos saídos da Acção Nacional Popular e da União Nacional – o PPD/PSD e o CDS/PP – é que são convidados para entrevistas. E também ressalta o facto de parecer que, no decurso de tal entrevista, a “jornalista visional” entrou com entradas de leoa e saiu com saídas de cabrita, ou seja: o gajo arrumou a jornalista. Há ainda outra coisa, igualmente importante, mas mais profunda, que ressalta: de facto, o PPD/PSD não consegue fazer oposição ao PS porque o PS põe em prática a política do PPD/PSD. José Sócrates não quis comprometer-se com a promessa de se “candidatar” a primeiro-ministro, dentro de um ano e meio, porque ele bem sabe que isto é o “canto do cisne” dele. Mas não se confundam os portugueses: se não continuarem a dar a maioria absoluta ao PS, irão para lá outros ainda piores que o Sócrates “y sus muchachos”: o PPD/PSD, o PPD/PSD em coligação com o CDS/PP ou o PS em coligação com o CDS/PP. Já estão a ser preparadas todas as hipóteses. No fim, não digam que eu não os avisei.
II - GESTÃO DE ESCOLAS PRIVADAS Durante a manhã, numa das rádios oficiais do regime, foram levados à sala dos microfones dois sujeitinho (uma sujeita e um sujeito) que discutiam a participação dos pais das criancinhas na gestão das escolas, a sujeitinha falando pelos privados, o sujeitinho falando pelas escolas do estado. Aparte os disparates, a falta de rigor, a falta de fundamentação, a falta de sabedoria, disse a sujeitinha, a certa altura, quando a locutora lhe perguntou se, no privado, os pais também participavam na gestão das escolas: «Bom! Começam logo por participar ao escolherem o colégio para os seus filhos!». Tal enormidade fez-me lembrar uma história que se passou no Teatro Maria Vitória, no destruído Parque Mayer, em Lisboa, aquando da estreia de uma revista, que foi abrilhantada pela presença do então presidente da República Cabeça d’Abóbora, pela esposa deste fantasma, a ti Gertrudes, e pela filha do casal marinho, Natália (igualmente conhecida por «o Canhão», que estavam no camarote presidencial. Ainda com as cortinas do palco corridas (fechadas), meteu-se por uma entrada lateral o Raul Solnado, que era uma das estrelas dessa revista, e, sem estar vestido para a peça ou maquilhado, disse virado para a plateia: «Meus senhores e minhas senhoras! Nós vivemos num país onde a imprensa é livre: cada um compra o jornal que quer!».
III – UM NOVO CICLO REVOLUCIONÁRIO Pelas cinco horas da manhã de Portugal, foi dada à estampa a declaração de Fidel de Castro segundo a qual chegou a hora de abandonar o seu posto. Enfim! Eu não passava quase de um garoto quando um tal Fulgêncio Batista, bárbaro ditador ao serviço da administração norte-americana e de grandes empresas capitalistas da América do Norte, teve que fugir na noite da passagem de ano, abandonando o bailarico em que estava com todos os seus apaniguados, com os mafiosos católico-americanos que exploravam vilmente a população cubana e o seu trabalho, com as suas altas patentes militares e com os jogadores de casino do costume. De Havana, Fulgêncio e comitiva abalaram para a Ilha da Madeira, onde ficaram a convite do governo português de então, alojados no mesmo palácio para onde havia de seguir, mais tarde, o tal Américo Tomás, a ti Gertrudes, o Canhão e o Marcelo Caetano, com as suas comitivas, e onde todos ficaram também alojados principescamente. Passaram, entretanto, uns bons pares de anos. Agora, com o re-advento dos ditos “democratas” americanos para a área do poder no país mais violento do mundo, ir-se-á levantar o embargo americano a Cuba, mais o embargo dos países da Europa, governados por acólitos dos EUA e de outros países satélites. Avançará o capitalismo entre os cubanos (talvez muito mais controlado que aqui), mas, em breve, em Cuba discutir-se-á o limite do endividamento público por comparação com o seu produto interno bruto. E depois, se o meu antigo e idiota colega Durão Barroso continuar a gerir a União Europeia, pode ser que ainda vejamos Cuba aderir à dita, quando esta acabar de se expandir para norte, para sul, para este e para oeste, e atravessar o Atlântico.
2008/2/18 FAZ O QUE EU DIGO, NÃO FAÇAS O QUE EU FAÇO [Marceano Vasconcelos]Faz o que eu digo, não faças o que eu faço [Marceano Vasconcelos - segunda-feira, 11 de Fevereiro de 2008]
Pois. e depois mandam-nos calar. Na segunda linha atacam. Incomoda.
A mim incomoda demais. Não porque precise desses dinheiros. Não os quereria. Jamais. Não lhes dou cheiros.
Os direitos de cidadania, nesta nova democracia servem para pensar:
Pensar nos desabrigados, quantas vítimas nessa via, Sofredores da terceira linha, muitos aí estarão a andar nem percebem porquê..?
Nasci no capitalismo, por tal não contesto. Mas poli-me. Admira-me apenas o uso dessas elogias para justificar o dogma do incesto, política moderna, Destas democracias.
Já não sendo católico, como sabes, sou contudo cristão, budista. Na quarta linha, pregam O pai é o mesmo, dizem. procurá-lo-ei, when time is right...
Depois teremos uma conversa, dialogante. Nunca unipolar. Honestamente... Pai do universo? Qual deles, em espaço, em tempo?
Na quinta linha, entretanto, Vendo estas discrepâncias, direi, ...honestamente..!!??? Realmente???
A sexta linha está reservada Prós pais que matam filhos, Em sua honra.
Ninguém abdica do bem-estar Que por artes e ofícios ganharam. E nos seus jobs, sabem falar. Mas na arte do próximo, falharam!
A sexta linha, que é sábado. Será para estar. Comer e calar.
Boa tarde de domingo, na horta. Sétima linha, a do descanso do maitre. Por enquanto ainda não conseguiram Fechar-nos, a modo, a nossa retrete...
Por enquanto!!!
Matematicamente falando, tendendo... Pró infinito. Insistindo, sendo marceano, Irei depois no espaço descobrir O que aqui falta muito, abrir! Sobretudo, em consciência, sorrir! Sobretudo, ao próximo, atribuir
Há 3 horas que estou "enrolado" com este envio... parece que hoje estiveram todos na Optimus, se calhar à espera que o glorioso comece a jogar... oxalá assim seja. Paga-se equipamentos, assinaturas e este serviço é uma merda completa. Três horas sem comunicação. Em Portugal continua igual: o Mário tem um sistema moderno, não lhe falha. O meu, fraco, mas suficiente para ganhar a vida, tem extremas dificuldades nesta rede. E o meu 96.... também aqui anda demente, falta de rede.
Vou mas é mandar-te já o quer escrevi esta tarde, antes que esta merda pare outra vez. E a defesa dos direitos do cidadão? Isto por cá, temos o que merecemos. Vaidosos e trutas E futebol rasca...novos riquismos. Ai, ai, ai, ai aiaih!!! Abrz A ILHA [Graça Arrimar]Olá! A propósito de "Venha ao Algarve, sempre", apeteceu-me cumprimentar os amigos Barroso e Marceano, pela qualidade e oportunidade das opiniões que por aqui vão semeando, sempre lembrando aspectos da vida "quotidiana", pois de quotidianas coisas vivemos todos nós, apesar do quotidiano variar muito, dependendo das personagens e dos palcos onde se movem. Neste país, onde os encantos cada vez estão mais remetidos à componente natural, de facto, ainda há pequenos redutos de maravilha, nesse vosso/meu Algarve e, também, um pouco por todo o Portugal, apesar dos muitos atentados que têm colocado em risco "a paisagem", uma das maiores riquezas que ainda possuímos.
Um abraço e fiquem com o meu poema
A Ilha
A ilha... perto do sol e do luar nas areias finas e brancas adormecida. Recanto de amores e de mar é partícula de concha brilhando na palma da tua mão.
(Graça Arrimar, "Viagens de sal e de mel") _______________________________________________________________________________________________________________________________________
Marceano
19-02-2008 1:28:36 A Ilha
Passando perto
do meu amigo
sempre desperto,
assomei-me
ao postigo
e vi-te
por aqui.!
Adivinhaste
o teu lugar.
Já sabias,
dos tempos
vindo,
esse aviso
essa prata
é de ti!
Cheirou-me
a família.
quiz ficar
em luanda.
natal, natal,
por cá fiquei.
não faz mal.
foi igual.
a ilha
eternamente
tal e qual
será tanto tal
ervas
que encantam
aromas que
nos sobem
acompanhando
memórias
dos tempos
de ontem
de hoje
de sempre.
Raízes
que não se
apagam!!!
2008/2/13 A CADA DIA - 13-02-2008 [Rogério Barroso]13-02-2008 - Tal como se percebia ontem (e eu escrevi-o!) acerca do dito "ataque organizado" (e não atentado terrorista, como é costume designar-se quando os acusados não são da laia imperialista) em Timor, ainda há muita coisa para desvendar. E nem é necessário o apregoado inquérito que não sei quem mandou fazer (ele há muitos a mandar em Timor: viv'ó "pitrol" e o gaz natural!) para se irem sabendo as coisas: os correspondentes internacionais (na maior parte das vezes manipulando a informação para a conformar com a perspectiva do imperialismo norte-americano, é certo!) sempre informam sobre factos para a verdade dos quais, apesar de tudo, são insuspeitos. Por exemplo, já se sabe que o "Chalana" Gusmão estava antecipadamente avisado pelo chefe da segurança timorense. Porém, o figurão já instituiu e já prolongou o "estado de sítio", "explicando à nação" que tal imposição é apenas para que se possa obter uma maior segurança nas ruas (lá está outra vez a moderna vaca sagrada do regime capitalista: A SEGURANÇA"), com o que alinham os meios de comunicação portugueses, de forma fiel, atenta, veneradora e obrigada. Só que esta gente, fazendo de nós burros, não menciona que, segundo a constituição timorense, a instituição do estado de sítio gera, entre outras coisas igualmente graves para o povo, a suspensão dos direitos dos cidadãos, o que é um perigo para a democracia, já de si tão mal tratada, em Timor, pela jagunçada do capitalismo norte-americano e acólitos.
Em Portugal já se persegue algum patronato por, segundo a Justiça, alguns chulecos pequenos meterem ao bolso muitos milhões de fundos do Estado destinados à Formação Profissional. Lembro aqui que famosos líderes do PS, do PPD/PSD, do CDS/PP, da Gulbenkian e da Igreja Católica foram levados à barra dos tribunais, nomeadamente no caso PARTEX, para, afinal, ao fim de mais de uma dezena de anos, o processo não dar em nada. Vamos ver agora (aliás, estamos sempre para ver, até que morreremos...).
O pensador das notas de 50 (Sócrates) e os seus ajudantes foram gabados pela comissão europeia (quem é que há-de gabar a noiva, senão o pai?) pelo facto de o risco em que se encontra a Economia ter diminuído por via das medidas de extorsão sobre os pensionistas portugueses, actuais e futuros (se não fosse uma tragédia para tantos milhares de cidadãos, um homem cagava-se todo a rir com merdas destas!!!).
A Parmalat (já conhecida em Portugal pelos seus "negócios da china"), bem como a Nestlé, empreenderam um boicote ao fornecimento do mercado venezuelano de leites e outros productos lácteos. Vai daí, o presidente Hugo Chávez ameaçou-os com a nacionalização das suas empresas naquele país. Em consequência (e a pedido dos seus colegas fascistóides deste lado do Atlântico) a administração BUSH ordenou o congelamento dos valores das empresas leiteiras venezuelanas nos Estados Unidos e nos países seus satélites, nomeadamente na União Europeia, valores esses que são o produto das exportações do sector, permitindo, entre outras coisas, que a caloteiragem desses paises enriqueça à custa do trabalho dos venezuelanos. Apesar de tão delicada situação, o governo de Chávez investe dinheiros do Estado para baixar os preços de tais artigos no seu país, uma vez que, face ao boicote da Parmalat e da Nestlé, os preços internos dispararam para níveis dificilmente suportáveis pela população. Os meios de comunicação espanhois que suportam o partido neo-fascista PP atacaram de imediato o Hugo Chávez (que, aliás, ontem recebeu o novo embaixador de Madrid em Caracas, na apresentação de cumprimentos, ao qual disse do seu manifesto desejo em que Zapatero volte a ganhar as eleições em Espanha). Terão os espanhois mais reaccionários razão em denegrir tal atitude de intervenção económica do Hugo Chávez?
Talvez tenham, porque, por exemplo, aqui em Portugal, Sócrates "y sus muchachos" investem dinheiro do Estado, mas com outros fins mais concentrados, como é o caso da fortuna que vai ser metida nos bolsos da família Espírito Santo (não a da igreja, mas a do banco - se é que não seja a mesma coisa!) como "pagamento" dos terrenos para a construção do Aeroporto de Alcochete (o qual, afinal, nem é em Alcochete, mas sim!, em Samora Correia).
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2008/2/12 A CADA DIA - 12-02-2008 [Rogério Barroso]12-02-2008 - É de presumir que os últimos acontecimentos em Timor tenham sido gerados a partir da conspiração terrorista da CIA, mais uma vez. É que a EURONEWS (estação de televisão ao serviço da VOZ DA AMÉRICA) classificou os acontecimentos como «ataque organizado» e não como atentado ou atentado terrorista. É público o apoio dado pela administração terrorista de BUSH ao dito major Alfredo Reinado. Mas, como já se esperava ontem, ainda há muita luz para fazer sobre o tema: é que o Reinado foi abatido cerca de hora e meia antes de baleado o Ramos Horta e o «Chalana» Gusmão» alvejado uma hora depois. Regressou o governo capitalista à Ucrânia e voltou o «calote» para com a Rússia. A gajada do governo Ucraniano deixa os seus capitalistas venderem os combustíveis ao povo sob largos e aumentados preços, mas não quer pagar ao fornecedor (já tive clientes assim!). A administração terrorista de BUSH quer condenar à morte os presos de Guantanamo: em qual dos estados americanos irá realizar tal mascarada?, ou irá ordenar a reposição da pena de morte mesmo naqueles estados em que tal já foi abolido? O BOM FLHO À CASA TORNA [Marceano Vasconcelos]“O BOM FILHO À CASA TORNA” [Marceano Vasconcelos - 12-02-2008 5:43:42]
Sendo PPD, por mor destas desvirtudes mal paridas, propus-me hoje reentrar. Não com o PSD. Mas com o nosso “Zé das laranjas”. Não quero cargos. Só serei uma minhoca verruminenta. Cuidem-se, os palhaços. Chega de circo. Pensado, assumido e proposto. A favor do nosso Algarve. No ALLgarve. Sim à nossa terra. Perdoa-me. Não há alternativas, quero estar presente nesta luta demente. Mas por aqui estarei. Sempre. 2008/2/11 DE FIGURÃO EM FIGURÃO, A BRICAR COM O FOGO... [Rogério Barroso]DE FIGURÃO EM FIGURÃO, A BRINCAR COM O FOGO... [ROGÉRIO BARROSO – Ao fim da tarde de segunda-feira, 11 de Fevereiro de 2008, quando regressei do escritório de Huelva]
Os mais notórios traidores do povo timorense – que recentemente trocaram de poleiros no poder do país, esmagando a vitória democrática do partido que ganhou as eleições – foram alvo de dois atentados contemporâneos, os quais causaram algumas mortes e alguns feridos, entre estes o figurão que já ganhou o prémio Nobel da Paz em conjunto com um bispo da igreja católica da capital Dilí, o qual figurão era, à altura das últimas eleições ganhas pela Fretilim, presidente da república – depois de ter usurpado o lugar de primeiro-ministro ao legitimo vencedor das eleições anteriores – e nomeou primeiro-ministro o outro figurão que antes havia sido presidente da república, cujo partido não ganhou as eleições, figurão aquele que disse, aqui há dias, que vai propor para o prémio Nobel da Paz um outro figurão que agora preside à comissão europeia e que, antes, tinha organizado, com outros três terroristas internacionais – Aznar, Bush e Blair –, o sanguinário ataque ao país soberano do Iraque e ao seu povo, sob o disfarce de darem caça a um sócio do pai desse Bush, para quem o dito agora candidato a candidato ao prémio Nobel da Paz trabalhou enquanto secretário de estado (depois ministro) do governo do primeiro ministro que agora é presidente da república em Portugal, na angariação e no fornecimento de matérias e produtos para o fabrico de armas químicas.
A democracia, dadas as exigências sociais no mundo de hoje – exigências essas oriundas da cada vez mais despudorada exploração dos povos pelos capitalistas financeiros e industriais da globalização – já não pode ser uma simples figura de retórica como aquela que tem sido espalhada pelo imperialismo norte-americano, com a ajuda de lacaios tais como os sucessivos governos da Austrália, de Israel, de Espanha, de França, da Alemanha, da Inglaterra, de Portugal, etcetera por aí fora. A democracia tem de ser hoje o repositório das condições de subsistência dos povos, o armazém das mínimas virtudes sociais, o casarão das ancestrais culturas das nações, o silo da justiça e da igualdade de todas as pessoas perante as diversas circunstâncias que as respectivas vidas apresentam, o regaço onde acalentar a liberdade, a prateleira do desenvolvimento harmonioso de toda a Natureza.
A vida dos milhares de milhões de habitantes do planeta só vale a pena se for vivida com paz e felicidade. O que as gentes necessitam é de pão, não de segurança!, é de saúde, não de cobaiagem dos grandes senhores do capital!, é de educação para a cultura, não de joguinhos ditos democráticos!, é de bem estar, não de disciplina opressora!
Não se pode defender a independência do Kosovo e, ao mesmo tempo, negar a independência do País Basco, da Catalunha e da Pátria Valenciana.
A atacar países independentes, uns atrás dos outros, a assassinar líderes políticos e populações, a conspirar para as indesejadas mudanças de regime na casa dos outros, a fabricar um mundo insusceptível de aqui se poder viver em felicidade e paz, a endeusar a segurança em nome da brutal opressão dos povos, o capitalismo anda a brincar com o fogo. Depois admira-se do que agora se está a passar no minúsculo Timor.
Pode ser que se queime!...
2008/2/10 VENHA AO ALGARVE, SEMPRE... [Marceano Vasconcelos]Tem tudo pregões e cantigas. e tem o luar. tem amigos, porventura antigos, e tem o mar. tem um estado onde todos o poem a cantar. tem palhaços, tem medos encapotados e tem o luar tem gentes que por aí medrando, sacando tempo sacam o tacho a medrar. tem jovens tem velhos a olhar tem mais: um alerta a pensar que se o algarve é puta... ninguém o vai enganar. Behave... |
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